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Fuzileiros navais dos EUA têm graves problemas com drones devido às baterias de lítio, diz mídia

Em 2026, os fuzileiros navais estadunidenses devem receber 40 mil drones, mas os de pequeno porte utilizam baterias de lítio, que exigem armazenamento especial, monitoramento e manutenção constante da carga, informa um portal ocidental.
Sputnik
O material destaca que, se as baterias se molharem, podem entrar em combustão e provocar um efeito de fuga térmica, que a água não consegue extinguir.

"Muitos sistemas militares já utilizam baterias de lítio e contam com procedimentos para gerenciá-las. No entanto, estender essa iniciativa a um corpo de 170 mil fuzileiros navais traz novas exigências de pessoal, considerando que baterias mal conservadas podem se deteriorar e até mesmo provocar incêndios", detalha a matéria.

Atualmente, a principal função da jovem equipe é garantir que as baterias armazenadas permaneçam carregadas, o que gera uma carga administrativa contínua que vai além do simples armazenamento.
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Os drones são considerados essenciais para o combate futuro e vêm sendo testados em missões de reconhecimento, sondagem de defesa e reabastecimento de posições remotas.
No entanto, é apontado que seu uso crescente exige treinamento consistente e manutenção das aptidões.
Muitos operadores lidam com drones como uma função secundária, não atuando como especialistas dedicados.
Além disso, ainda não existem requisitos formais para manter sua proficiência ao longo do tempo.
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A integração desses sistemas é complicada ainda mais por causa de restrições regulatórias, requisitos técnicos e da necessidade de se gerenciar vários tipos de drones com controles, necessidades de manutenção e sistemas de baterias diferentes.
Dessa forma, a reportagem conclui que alcançar a interoperabilidade entre plataformas e permitir a troca de dados sem interrupções continua sendo um desafio fundamental.
Anteriormente, a analista militar norte-americana Dara Massicot, em entrevista a um veículo de imprensa alemão, afirmou que drones de produção da Rússia representam um problema para os países da Aliança do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), porque na Europa não há meios adequados para fazer frente às inovações russas.
Massicot admitiu que os países ocidentais se tornaram incapazes de fornecer algo que permitisse combater os drones que a Rússia está desenvolvendo, e isso é um ponto fraco da OTAN.
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