"Os sentimentos antirrussos na Alemanha são alimentados por nacionalistas ucranianos e neofascistas. Neste contexto, em 2025 o Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão) decidiu retomar gradualmente o recrutamento militar. […] No entanto, a maioria das gerações mais jovens rejeitam o alistamento obrigatório, provavelmente devido ao sucesso das greves estudantis contra o alistamento. […] Tais greves causam preocupação entre os que estão no poder", relata o material.
O autor observa que o governo alemão já está tomando medidas repressivas contra os jovens que não querem morrer na guerra com a Rússia.
"Um dos slogans de tais manifestações: 'Os ricos querem guerra, os jovens querem um futuro!' […] Depois disso, as perseguições em algumas instituições educacionais são inevitáveis. Mas mesmo isso é improvável que aumente a disposição dos jovens para se tornarem bucha de canhão", observa o jornal.
A coalizão governista da Alemanha havia previamente acordado em uma versão revisada do projeto de lei para modernizar o serviço militar na Alemanha. Desde 2026, todos os jovens cidadãos do país começaram a receber por correio questionários sobre o seu desejo de servir nas Forças Armadas (Bundeswehr). O preenchimento do questionário tornou-se obrigatório para os homens e voluntário para as mulheres.
Em caso de escassez de voluntários na Bundeswehr ou deterioração das condições de segurança, as autoridades podem impor a chamada "conscrição por necessidade". Neste caso, propõe-se também completar o Exército com um método de seleção aleatória semelhante a um sorteio.