Segundo Durigan, aproximadamente 200 mil pedidos de renegociação foram enviados às instituições financeiras participantes do novo Desenrola. O ministro estima que cerca de 50% destes pedidos estejam perto de serem concluídos.
O programa recém-lançado é focado em brasileiros que ganham até cinco salários mínimos (aproximadamente R$ 8.105) e possuem dívidas ligadas a cartão de crédito, cheque especial ou crédito pessoal.
As condições oferecidas para o pagamento destas dívidas incluem descontos de até 90% — a variar de acordo com o tipo de débito e tempo de atraso —, com juros máximos de 1,99% ao mês e prazo de pagamento de até 48 meses.
Trabalhadores que já tiveram carteira assinada podem utilizar até 20% do saldo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou R$ 1.000 — prevalecendo o maior valor — para pagar débitos a partir do programa.
Segundo Durigan, o governo federal também planeja expandir o Desenrola 2.0 para estudantes inadimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e até premiar aqueles que são adimplentes. No entanto, ambas as medidas serão apresentadas apenas em um segundo momento.