O animal, que viveu há mais de 90 milhões de anos, tinha cerca de 30 metros de comprimento e 6,5 metros de altura.
Após 15 anos de pesquisa, os especialistas do Museu de Queensland e do Museu de História Natural de Eromanga, na Austrália, confirmaram que os ossos encontrados pertenciam a um dos maiores dinossauros já conhecidos.
O paleontólogo Scott Hocknull detalhou que os restos encontrados em 2006 são do Australotitan cooperensis, que viveu durante o período Cretáceo, entre 92 e 96 milhões de anos atrás.
Relativamente ao peso do animal, não há dados precisos, embora o especialista estime que a espécie pudesse ter entre 50 e 70 toneladas.
De acordo com o paleontólogo, os especialistas "compararam seus ossos com os de outras espécies de Queensland" e do resto do mundo para assegurar que se tratava de uma espécie diferente.
A equipe utilizou uma nova tecnologia digital, realizando o escaneamento 3D dos ossos, para poder compará-los com os restos de outros dinossauros.
Os ossos do dinossauro foram descobertos em 2006 pela paleontóloga Robyn Mackenzie e seu marido em sua propriedade de Eromanga, no sudoeste de Queensland, e segundo a especialista, os restos não davam a ideia do tamanho do animal.
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