A Casa Branca compartilhou um comunicado a este respeito, que diz o seguinte:
"Nós estamos prontos para considerar algumas medidas restritivas adicionais contra pessoas físicas e jurídicas que agem a favor dos interesses ou em nome do regime sírio."
Os autores do documento apelam também a todas as partes do conflito na Síria para que sejam cumpridas as "normas do direito humanitário internacional, incluindo os convênios de Genebra".
"O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, falou sobre crimes de guerra perpetrados na Síria. Não deve haver impunidade para os culpados. Nós apelamos a ONU para investigar os relatórios correspondentes e juntar as provas para que assim os culpados sejam responsabilizados pelos crimes de guerra", prossegue a declaração conjunta.
Além disso, os assinantes pediram as autoridades da Rússia e do Irã para influenciar a postura do governo sírio no que toca a Aleppo.
