“Estamos agora investigando esses ator terríveis como atos de terrorismo”, disse Bowdich em encontro com jornalistas.
A decisão acontece depois de relatos de que um dos atiradores, Tashfeen Malik, alegou aliança ao Daseh, grupo terrorista também conhecido como Estado Islâmico. Relatos anteriores também indicavam que seu marido e cúmplice, Syed Rizwan Farook, manteve contato com pessoas suspeitas de terrorismo em redes sociais.

Ainda não há provas que sugiram que o Daesh orientou a dupla a executar o ataque, mas Malik e Farook talvez tenham se tornado radicais por conta própria.
Segundo a MSNBC, um oficial do FBI afirmou que o órgão está atualmente investigando uma pessoa procurada que pode ter comprado legalmente e fornecido a Farook os rifles usados no ataque.
Malik e Farook abriram fogo em uma sala de reuniões de um centro para pessoas com deficiência na última quarta-feira, matando 14 pessoas e ferindo outras 21. Ambos foram mortos horas depois em uma troca de tiros com a polícia.
Uma busca na residência do casal encontrou grandes quantidades de munição e material explosivo.