Em uma coletiva de imprensa, no final da reunião com o presidente francês, Emmanuel Macron, Putin lembrou que apesar Moscou ter feito a proposta de "trabalhar juntos para investigar a tragédia," não concedem acesso à investigação levada a cabo pelo Centro Comum de Investigação da equipe (JIT, em inglês).
"Para nós reconhecermos o que diz (o JIT), temos que participar plenamente da investigação", disse ele.
O Ministério da Defesa russo disse que "nunca um sistema antiaéreo das Forças Armadas russas cruzaram a fronteira russo-ucraniana" e afirmou que a investigação de JIT carece de depoimentos de moradores das cidades ucranianas próximas ao local do desastre que dizem que "o qual o míssil foi lançado a partir do território controlado pelas forças armadas ucranianas ".
Ele também expressou preocupação com o uso de imagens das redes sociais na investigação, "que foram manipuladas".
Em 17 de julho de 2014, um Boeing 777 da companhia Malaysia Airlines, que levava o voo MH17 de Amsterdã para Kuala Lumpur, foi atingido por um míssil quando sobrevoava a província de Donetsk, no leste da Ucrânia.
A bordo da aeronave havia 298 pessoas, a maioria holandeses; não houve sobreviventes.