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'O que ocorre na Ucrânia, Síria ou Venezuela é preço que mundo paga pelo sistema unipolar'
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O presidente do Comitê das Relações Exteriores do Senado russo, Konstantin Kosachev, acredita que tudo que está acontecendo na Ucrânia, Síria e Venezuela é... 01.04.2019, Sputnik Brasil
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'O que ocorre na Ucrânia, Síria ou Venezuela é preço que mundo paga pelo sistema unipolar'
13:04 01.04.2019 (atualizado: 12:18 12.11.2021) O presidente do Comitê das Relações Exteriores do Senado russo, Konstantin Kosachev, acredita que tudo que está acontecendo na Ucrânia, Síria e Venezuela é resultado do confronto entre os conceitos de mundo unipolar e multipolar.
"O que ocorre na Ucrânia, Síria ou Venezuela é o preço que o mundo paga pelo sistema unipolar", escreveu Kosachev no Facebook. O senador recordou os acontecimentos na ex-Iugoslávia, no Iraque e na Líbia e sublinhou que a impossibilidade de influenciar o que aconteceu nesses países levou a "um aumento do apetite daqueles que impuseram a outros países soluções forçadas".
25 de fevereiro 2019, 12:28
Ele também salientou que alguns países ocidentais atribuem certo preço a muitas questões políticas. "Penso que esta é uma diferença fundamental entre os princípios e valores em que se baseia a política externa da Rússia e de países ocidentais, cujos chefes nos falam constantemente sobre preço."
Kosachev explicou que questão de custos e benefícios é principal na política externa de países ocidentais, que investem em nações com olhos no petróleo, mercado, território, base militar e outras vantagens.

1 de fevereiro 2019, 10:37
"Para os russos, o preço não importa, como foi no caso da Crimeia, porque há pessoas lá, e não território. E na Venezuela ou na Síria, também não se trata de qualquer lucro em perspectiva. Falamos, em primeiro lugar, da ordem internacional, do confronto entre os conceitos do direito da força e da força do direito, dos modelos de mundo unipolar e de mundo multipolar."
Nesse contexto, ao comentar possíveis sanções dos EUA pelo apoio da Rússia à Venezuela, o senador russo enfatizou que "novas sanções são melhores do que novas vítimas". No fim de março, o enviado dos EUA à Venezuela, Elliott Abrams, ameaçou Moscou com medidas se continuasse apoiando o governo venezuelano.