Segundo a NASA, a rocha espacial se aproximará às 0h45 do dia 16 de outubro com a impressionante velocidade de 35.350 km/h, escreve o tabloide britânico Mirror.
Durante a passagem, o asteroide estará a pouco mais de 4,8 milhões de km do nosso planeta. Embora isso possa soar muito longe, em termos astronômicos é extremamente perto.
A agência espacial americana define a passagem do 2019 SR8 de Objeto Próximo à Terra (NEO).
Rota de colisão
"A NASA não tem conhecimento de nenhum asteroide ou cometa em rota de colisão com a Terra no momento, por isso a probabilidade de uma grande colisão é muito pequena […] Na verdade, tanto quanto podemos dizer, não é provável que algum objeto grande atinja a Terra em qualquer momento nos próximos cem anos", avisa a agência.
"Trata-se, em última análise, de proteger o único planeta que sabemos, neste momento, que acolhe vida, e esse é o planeta Terra", alertou o administrador da NASA, Jim Bridenstine, levando em conta as ameaças ao mundo perante uma colisão de asteroide.
Atualmente, a agência espacial dos EUA está trabalhando para ser capaz de detectar e rastrear 90% dos asteroides próximos que têm 140 metros ou mais, pois uma rocha espacial com essas dimensões pode causar danos catastróficos e até mesmo aniquilar um país inteiro.