Neste primeiro momento de abertura, apenas 3.000 cidadãos israelenses poderão voltar por dia ao país, que permaneceu as últimas cinco semanas com um fechamento total de seus aeroportos internacionais.
Desde 25 de janeiro, apenas voos de carga e de emergência puderam desembarcar nos dois únicos aeroportos internacionais de Israel.
O fechamento do espaço aéreo aconteceu para evitar a entrada das novas variantes do coronavírus no país, como a do Reino Unido, a sul-africana, a brasileira e a de Nova York.
Agora, o espaço aéreo volta a ser aberto, mesmo que ainda parcialmente e só para cidadãos. Os primeiros voos virão de Nova York, Paris, Frankfurt e Kiev.
Diante do perigo da entrada das variantes com a abertura dos aeroportos, as autoridades estão tomando precauções. Todos os repatriados precisarão se submeter a dois exames de coronavírus: um antes de embarcar e outro na chegada.
Ao desembarcar, todos terão que fazer quarentena. Eles podem optar por se isolar em um hotel gratuito ou em casa.
Quem optar pela segunda opção, receberá uma pulseira eletrônica com GPS para monitorar seus movimentos. Mais de 600 policiais serão designados para fazer cumprir a quarentena obrigatória.