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Senador da oposição deixa Colômbia e denuncia ameaças de morte e falta de proteção
Senador da oposição deixa Colômbia e denuncia ameaças de morte e falta de proteção
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Gustavo Bolívar é escritor, empresário, jornalista, roteirista e político. Desde 2018 é senador da Colômbia, cargo para o qual concorreu pela coalizão... 06.10.2021, Sputnik Brasil
2021-10-06T11:42-0300
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O senador colombiano da oposição Gustavo Bolívar, próximo ao ex-candidato presidencial Gustavo Petro, anunciou nesta quarta-feira (6) que deixou a Colômbia devido às ameaças recebidas e à falta de segurança em seu país.Em vídeo postado em sua conta oficial na rede social Twitter, Bolívar informou que continuará exercendo suas funções legislativas virtualmente até que as condições de sua segurança sejam favoráveis.Comunicado: diante de múltiplas ameaças, da perseguição a que sou submetido e da recusa da Unidade Nacional de Proteção [UNP] da Colômbia em prestar serviço de proteção fora de Bogotá, saí do país. Continuarei meu trabalho como senador virtualmente até que as condições para retornar sejam atendidas.O parlamentar lembrou que se queixou várias vezes dessa situação e que a resposta da UNP foi que não estava disponível para fornecer o esquema de segurança que ele esperava."Enquanto o Congresso e a UNP chegam a um consenso sobre quem deve me dar essa proteção, decidi deixar o país e concordei com o presidente do Senado em assumir virtualmente as comissões e os plenários", acrescentou Bolívar, concluindo que não está disposto "a arriscar minha vida".Senador é investigadoGustavo Bolívar é escritor, empresário, jornalista, roteirista e político. Desde 2018 é senador da Colômbia, cargo para o qual concorreu pela coalizão Decentes, endossada pelo Movimento Indígena e Alternativa Social (MAIS).Atualmente, Bolívar está sendo investigado pela Procuradoria da República pela arrecadação de fundos para o fornecimento de capacetes, óculos e outros elementos de proteção aos integrantes da chamada Primeira Linha, manifestantes que estão na linha de frente dos protestos contra medidas promovidas pelo governo federal.Em maio, a Defensoria e o Ministério Público da Colômbia reportaram um total de 548 pessoas desaparecidas e 26 mortes devido a protestos contra reforma tributária no país.
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Senador da oposição deixa Colômbia e denuncia ameaças de morte e falta de proteção
11:42 06.10.2021 (atualizado: 12:31 21.11.2021) Gustavo Bolívar é escritor, empresário, jornalista, roteirista e político. Desde 2018 é senador da Colômbia, cargo para o qual concorreu pela coalizão Decentes, endossada pelo Movimento Indígena e Alternativa Social.
O
senador colombiano da oposição Gustavo Bolívar, próximo ao ex-candidato presidencial Gustavo Petro, anunciou nesta quarta-feira (6) que deixou a Colômbia devido às ameaças recebidas e à falta de segurança em seu país.
Em vídeo postado em sua conta oficial na rede social Twitter, Bolívar informou que continuará exercendo suas funções legislativas virtualmente até que as condições de sua segurança sejam favoráveis.
Comunicado: diante de múltiplas ameaças, da perseguição a que sou submetido e da recusa da Unidade Nacional de Proteção [UNP] da Colômbia em prestar serviço de proteção fora de Bogotá, saí do país. Continuarei meu trabalho como senador virtualmente até que as condições para retornar sejam atendidas.
O parlamentar lembrou que
se queixou várias vezes dessa situação e que a resposta da UNP foi que não estava disponível para fornecer o esquema de segurança que ele esperava.
"Enquanto o Congresso e a UNP chegam a um consenso sobre quem deve me dar essa proteção, decidi deixar o país e concordei com o presidente do Senado em assumir virtualmente as comissões e os plenários", acrescentou Bolívar, concluindo que não está disposto "a arriscar minha vida".
Gustavo Bolívar é escritor, empresário, jornalista, roteirista e político. Desde 2018 é senador da Colômbia, cargo para o qual concorreu pela coalizão Decentes, endossada pelo Movimento Indígena e Alternativa Social (MAIS).
Atualmente, Bolívar está sendo investigado pela Procuradoria da República pela arrecadação de fundos para o fornecimento de capacetes, óculos e outros elementos de proteção aos integrantes da chamada Primeira Linha, manifestantes que estão na
linha de frente dos protestos contra medidas promovidas pelo governo federal.
Em maio, a Defensoria e o Ministério Público da Colômbia reportaram um total de 548 pessoas desaparecidas e 26 mortes devido a protestos
contra reforma tributária no país.