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Após anulação, caso triplex prescreve e MP pede arquivamento
Após anulação, caso triplex prescreve e MP pede arquivamento
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Nesta terça-feira (7), a Procuradoria da República do Distrito Federal opinou pelo arquivamento do caso conhecido como "triplex do Guarujá", que envolve o... 07.12.2021, Sputnik Brasil
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Conforme publicou o portal G1, a procuradora da República Marcia Brandão Zollinger apontou em sua manifestação a prescrição dos crimes apontados no caso.Em junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia anulado o processo ao considerar o ex-juiz Sergio Moro (Podemos) como suspeito, o que aponta que o ex-magistrado da Lava Jato agiu de forma enviesada no caso ao condenar Lula.Após a anulação da condenação, o caso foi enviado à Justiça Federal em Brasília, onde a investigação deveria ser reiniciada. O Ministério Público decidiu então não apresentar nova denúncia contra Lula, apontando a prescrição do caso.Histórico do casoEm abril de 2018, Moro determinou a prisão de Lula no caso triplex, após condenação a oito anos e dez meses por corrupção e lavagem de dinheiro. À época, Lula liderava as pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais daquele ano.Com Lula preso, Jair Bolsonaro (PL) foi eleito e apontou Moro como seu ministro da Justiça e Segurança Pública. Apelidado de "superministro", o ex-juiz deixou o cargo em abril do ano passado e hoje é pré-candidato à Presidência.Após mudança de entendimento do STF sobre a prisão em 2ª instância, em novembro de 2019, Lula deixou o cárcere em Curitiba depois de 580 dias detido. O ex-presidente novamente lidera as pesquisas de intenção de voto, dessa vez para as eleições presidenciais de 2022.
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luiz inácio lula da silva, ministério público, jair bolsonaro, sergio moro
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Após anulação, caso triplex prescreve e MP pede arquivamento
12:47 07.12.2021 (atualizado: 12:52 07.12.2021) Nesta terça-feira (7), a Procuradoria da República do Distrito Federal opinou pelo arquivamento do caso conhecido como "triplex do Guarujá", que envolve o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Conforme
publicou o portal G1, a procuradora da República Marcia Brandão Zollinger apontou em sua manifestação a prescrição dos crimes apontados no caso.
Em junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) já
havia anulado o processo ao considerar o ex-juiz Sergio Moro (Podemos) como suspeito, o que aponta que o ex-magistrado da Lava Jato agiu de forma enviesada no caso ao condenar Lula.
Após a anulação da condenação, o caso foi enviado à Justiça Federal em Brasília, onde a investigação deveria ser reiniciada. O Ministério Público decidiu então não apresentar nova denúncia contra Lula, apontando a prescrição do caso.
Em abril de 2018, Moro determinou a prisão de Lula no caso triplex, após condenação a oito anos e dez meses por corrupção e lavagem de dinheiro. À época, Lula liderava as pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais daquele ano.
Com Lula preso, Jair Bolsonaro (PL) foi eleito e
apontou Moro como seu ministro da Justiça e Segurança Pública. Apelidado de "superministro", o ex-juiz
deixou o cargo em abril do ano passado e hoje é pré-candidato à Presidência.
Após mudança de entendimento do STF sobre a prisão em 2ª instância, em novembro de 2019,
Lula deixou o cárcere em Curitiba depois de 580 dias detido. O ex-presidente novamente
lidera as pesquisas de intenção de voto, dessa vez para as eleições presidenciais de 2022.