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PDT de Ciro Gomes anuncia apoio a Lula; Moro declara voto em Bolsonaro
PDT de Ciro Gomes anuncia apoio a Lula; Moro declara voto em Bolsonaro
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Sigla fez algumas exigências para apoiar o petista como programa para renegociar dívidas e limpar o nome de pessoas físicas e jurídicas do SPC e Serasa e... 04.10.2022, Sputnik Brasil
2022-10-04T13:55-0300
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Nesta terça-feira (4), o PDT, partido de Ciro Gomes, anunciou apoio no segundo turno ao ex-presidente Lula para corrida presidencial. A notícia era esperada uma vez que a legenda estava em reunião desde o começo desta manhã para decidir sobre o apoio, conforme noticiado.Falando a reportes na saída da reunião da executiva nacional do partido, o presidente da sigla, Carlos Lupi, analisou a posição a ser adotada em segundo turno e disse que "derrotar Bolsonaro é uma causa nacional, uma causa dos democratas".Entretanto, o partido fez algumas exigências para que a campanha petista absorva propostas do PDT em troca do palanque ao ex-presidente. As prioridades do partido são a renda mínima, no valor de R$ 1 mil, o programa para renegociar dívidas e limpar o nome de pessoas físicas e jurídicas do SPC e Serasa e a escola em tempo integral, relata o jornal.Sobre as críticas de Ciro a Lula, Lupi disse que o no processo político às vezes isso acontece.Ele acrescentou que Ciro não vai viajar, para dissipar rumores envolvendo a polêmica gerada nas eleições de 2018, quando o pedetista não declarou apoio a nenhum candidato em segundo turno e viajou para Paris.Já do outro lado, o ex-juiz e agora eleito senador pelo estado do Paraná, Sergio Moro, declarou seu voto a Bolsonaro no segundo turno. Para Moro, Lula "não é uma opção eleitoral".Moro foi ministro da Justiça do governo Bolsonaro de 2019 a 2020, tendo pedido demissão do cargo alegando que não teve apoio do governo para combater casos de corrupção.O segundo turno acontecerá no dia 30 de outubro e, além da decisão sobre quem ocupará a cadeira do Executivo brasileiro, mais 12 estados definirão seus governadores, entre eles São Paulo e Rio Grande do Sul.
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PDT de Ciro Gomes anuncia apoio a Lula; Moro declara voto em Bolsonaro
Sigla fez algumas exigências para apoiar o petista como programa para renegociar dívidas e limpar o nome de pessoas físicas e jurídicas do SPC e Serasa e escola integral. Já Sergio Moro disse que Lula não é "uma opção eleitoral".
Nesta terça-feira (4), o
PDT, partido de Ciro Gomes, anunciou apoio no segundo turno ao ex-presidente Lula para corrida presidencial. A notícia era esperada uma vez que a legenda estava em reunião desde o começo desta manhã para decidir sobre o apoio,
conforme noticiado.
Falando a reportes na saída da reunião da executiva nacional do partido, o presidente da sigla, Carlos Lupi, analisou a posição a ser adotada em segundo turno e disse que "derrotar Bolsonaro é uma causa nacional, uma causa dos democratas".
"A decisão foi unânime e agora vamos comunicar isso com o PT. Apoiar o mais próximo da gente, o Lula. Uma candidatura do 12+1", afirmou Lupi citado pelo jornal O Globo, acrescentando que o presidente, Jair Bolsonaro, representa "o atraso do atraso do atraso".
Entretanto, o partido fez algumas exigências para que a campanha petista absorva propostas do PDT em troca do palanque ao ex-presidente.
As prioridades do partido são a renda mínima, no valor de R$ 1 mil, o programa para renegociar dívidas e limpar o nome de pessoas físicas e jurídicas do SPC e Serasa e a escola em tempo integral, relata o jornal.
Sobre
as críticas de Ciro a Lula, Lupi disse que o no processo político às vezes isso acontece.
"Vivenciei isso com Lula e [Leonel] Brizola. Ciro participou da reunião e disse que seguira integralmente a decisão do partido. Não admitimos nenhum apoio a Bolsonaro", afirmou Lupi.
Ele acrescentou que Ciro não vai viajar, para dissipar rumores envolvendo a polêmica gerada nas eleições de 2018, quando o pedetista não declarou apoio a nenhum candidato em segundo turno e viajou para Paris.
Já do outro lado, o ex-juiz e agora eleito senador pelo estado do Paraná, Sergio Moro, declarou seu voto a Bolsonaro no segundo turno. Para Moro, Lula "não é uma opção eleitoral".
Moro foi ministro da Justiça do governo Bolsonaro de 2019 a 2020, tendo pedido demissão do cargo alegando que não teve apoio do governo para combater casos de corrupção.
"Queria combater a corrupção, mas, para isso, eu precisava do apoio do governo e esse apoio me foi negado. Quando vi meu trabalho boicotado e quando foi quebrada a promessa de que o governo combateria a corrupção, sem proteger quem quer que seja, continuar como ministro seria apenas uma farsa", disse Moro na época que pediu para deixar o ministério,
relembra a Folha de São Paulo.
O segundo turno acontecerá no dia 30 de outubro e, além da decisão sobre quem ocupará a cadeira do Executivo brasileiro, mais 12 estados definirão seus governadores, entre eles São Paulo e Rio Grande do Sul.