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No centro das atenções e após anos de apoio a Juan Guaidó, Macron pede diálogo a Maduro
No centro das atenções e após anos de apoio a Juan Guaidó, Macron pede diálogo a Maduro
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No início de 2019, o então presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, declarou-se presidente interino do país sul-americano, em repúdio à... 08.11.2022, Sputnik Brasil
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No entanto, nesta segunda-feira (7), o presidente da França, Emmanuel Macron, apertou a mão de seu colega venezuelano Nicolás Maduro, no Egito, no âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em 2022, conhecida como COP27, e foi criticado por diferentes vozes. O presidente francês disse a Maduro que "adoraria se eles pudessem conversar um pouco mais e que pudessem iniciar um trabalho bilateral útil para o país e a região". "Em 4 de fevereiro de 2019, diante da recusa de Nicolás Maduro, a França e 19 Estados-membros da União Europeia [UE] consideraram que o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, era o presidente encarregado da Venezuela para a organização de eleições democráticas", acrescenta.Durante seu recente encontro com Maduro, o presidente Macron disse que o continente americano está se reunificando e pediu ao venezuelano que ampliasse seu diálogo para iniciar uma cooperação bilateral. O presidente francês também prometeu ligar para Maduro assim que a COP27 terminar, no dia 17 de novembro. "Em um mundo cheio de incertezas, a natureza estratégica dos recursos naturais confere uma ampla margem de manobra que os países em desenvolvimento devem aproveitar porque produz efeitos que eram impensáveis ontem", disse a doutoranda em história da economia internacional, Nya Mbessa Merlin Brice, da Universidade de Yaoundé, em Camarões.O próprio presidente venezuelano afirmou que as portas da Venezuela estão abertas ao povo da França.
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No centro das atenções e após anos de apoio a Juan Guaidó, Macron pede diálogo a Maduro
No início de 2019, o então presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, declarou-se presidente interino do país sul-americano, em repúdio à administração de Nicolás Maduro à frente do Poder Executivo, tendo sido posteriormente reconhecido pela França.
No entanto, nesta segunda-feira (7), o
presidente da França, Emmanuel Macron,
apertou a mão de seu colega venezuelano Nicolás Maduro, no Egito, no âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em 2022, conhecida
como COP27, e foi criticado por diferentes vozes.
O presidente francês disse a Maduro que "
adoraria se eles pudessem conversar um pouco mais e que pudessem iniciar um trabalho bilateral útil
para o país e a região".
"Em 26 de janeiro de 2019, França, Espanha, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Portugal instaram Nicolás Maduro a convocar eleições presidenciais antecipadas e democráticas", lembra o Ministério das Relações Exteriores do governo francês.
"Em 4 de fevereiro de 2019, diante da recusa de Nicolás Maduro, a França e 19 Estados-membros da União Europeia [UE] consideraram que o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, era o presidente encarregado da Venezuela para a organização de eleições democráticas", acrescenta.

20 de outubro 2022, 22:09
Durante seu recente encontro com Maduro, o presidente Macron disse que o continente americano
está se reunificando e pediu ao venezuelano que
ampliasse seu diálogo para iniciar uma cooperação bilateral. O presidente francês também
prometeu ligar para Maduro assim que a COP27 terminar, no dia 17 de novembro.
"Engraçado ver Macron tão humilde. Há alguns anos, ele dizia que a Venezuela não era uma democracia há muito tempo e pedia mais sanções. Agora ele está implorando por petróleo venezuelano e tentando ser amigo de Maduro", disse o cientista político muçulmano Ammar Kazmi.
"Em um mundo cheio de incertezas, a natureza estratégica dos
recursos naturais confere uma
ampla margem de manobra que os países em desenvolvimento devem aproveitar porque produz efeitos que eram impensáveis ontem", disse a doutoranda em história da economia internacional, Nya Mbessa Merlin Brice, da Universidade de Yaoundé, em Camarões.
O próprio
presidente venezuelano afirmou que
as portas da Venezuela estão abertas ao povo da França.
"Excelente aperto de mão com o presidente da França, Emmanuel Macron, no marco da COP27, que é sem dúvida um ponto de encontro entre governos e países do mundo. As portas da Venezuela estão abertas ao povo francês", afirmou Maduro.