https://noticiabrasil.net.br/20230502/google-faz-campanha-contra-pl-das-fakes-news-e-direciona-buscas-sobre-tema-governo-brasileiro-reage-28676023.html
Google faz campanha contra PL das fake news e direciona buscas sobre tema; governo brasileiro reage
Google faz campanha contra PL das fake news e direciona buscas sobre tema; governo brasileiro reage
Sputnik Brasil
Big tech faz propaganda contra projeto de lei do governo brasileiro causando indignação no Ministério da Justiça, no Supremo e em outros órgãos federais que... 02.05.2023, Sputnik Brasil
2023-05-02T10:20-0300
2023-05-02T10:20-0300
2023-05-02T10:30-0300
notícias do brasil
google
fake news
internet
regulação
congresso
governo lula
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07e7/05/02/28676219_0:161:3071:1888_1920x0_80_0_0_edc7018bfe76a1e17b9ebbf153d065f3.jpg
Em meio à votação do Projeto de Lei das fake news, a qual pode acontecer hoje (2) no Congresso, o Google colocou em sua página inicial um link no qual dizia que "O PL das fake news pode piorar a sua Internet", fazendo uma campanha contra a PL do governo brasileiro que visa reforçar a regulamentação e fiscalização sobre plataformas digitais.Ao mesmo tempo, um estudo citado pelo G1 e realizado por pesquisadores da UFRJ também aponta que há um suposto direcionamento de resultados de pesquisa quando um usuário busca por informações sobre o PL 2630 no buscador.Em um teste feito pelo grupo no dia 29 de abril, ao utilizar o termo "PL 2630" para uma pesquisa no Google, a plataforma retornou com um conteúdo patrocinado da própria empresa com o título "Conheça o PL da Censura".O governo federal reagiu à ação em ministérios e órgãos diferentes. O ministro da Justiça, Flávio Dino, mencionou o exemplo de legislações similares fora do país, e que "em nome do lucro" a empresa tem a intenção de manter "um faroeste digital".Dino também relembrou que "as plataformas são prestadoras de serviço e, portanto, devem respeitar o Código de Defesa do Consumidor". O ministro pediu uma investigação de possível prática abusiva das big techs.Já a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM), acusou as redes sociais de usaram a base de dados delas para um debate que já é feito no Congresso.Já ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliam que a ação do Google configura abuso de poder econômico, segundo o G1. De acordo com ministros ouvidos pela mídia, se for confirmado que a plataforma direcionou e aumentou a disseminação de ataques ao projeto, ela poderá ser punida.As big techs partiram para uma ofensiva para tentar derrotar o projeto de lei das fake news, buscando atrair o apoio de deputados, principalmente da direita, entretanto, o presidente da Câmara, Arthur Lira, defende a aprovação do projeto para acabar com a divulgação de notícias falsas e postagens que disseminam discurso de ódio e fazem apologia da violência.
https://noticiabrasil.net.br/20220223/regulamentacao-ou-censura-professor-explica-o-que-esperar-do-pl-das-fake-news-21543506.html
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2023
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07e7/05/02/28676219_171:0:2900:2047_1920x0_80_0_0_d0c8a42c16ce89807eb7b2ecfc59b7d5.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
google, fake news, internet, regulação, congresso, governo lula
google, fake news, internet, regulação, congresso, governo lula
Google faz campanha contra PL das fake news e direciona buscas sobre tema; governo brasileiro reage
10:20 02.05.2023 (atualizado: 10:30 02.05.2023) Big tech faz propaganda contra projeto de lei do governo brasileiro causando indignação no Ministério da Justiça, no Supremo e em outros órgãos federais que analisam entrar com medidas diante da ação do buscador mais usado no mundo.
Em meio à votação do Projeto de Lei das fake news, a qual pode acontecer hoje (2) no Congresso, o Google colocou em sua página inicial um link no qual dizia que "O PL das fake news pode piorar a sua Internet", fazendo uma campanha contra a PL do governo brasileiro que visa reforçar a regulamentação e fiscalização sobre plataformas digitais.
Ao mesmo tempo, um estudo
citado pelo G1 e realizado por pesquisadores da UFRJ também aponta que há
um suposto direcionamento de resultados de pesquisa quando um usuário busca por informações sobre o
PL 2630 no buscador.
Em um teste feito pelo grupo no dia 29 de abril, ao utilizar o termo "PL 2630" para uma pesquisa no Google, a plataforma retornou com um conteúdo patrocinado da própria empresa com o título "Conheça o PL da Censura".
O governo federal reagiu à ação
em ministérios e órgãos diferentes. O ministro da Justiça,
Flávio Dino, mencionou o exemplo de legislações similares fora do país, e que "
em nome do lucro" a empresa tem a intenção de manter "
um faroeste digital".
"Legislações similares pioraram a internet na Europa? Em quais aspectos?", disse Dino acrescentando que a proposta não tem nada de drástica. "O PL 2630 propõe uma regulação até tímida diante das melhores práticas internacionais e dos abusos que vemos todos os dias, inclusive contra crianças e adolescentes [...]. Essa gente quer manter um faroeste digital, apenas isso. Em nome dos seus lucros", afirmou o ministro segundo o UOL.
Dino também relembrou que "as plataformas são prestadoras de serviço e, portanto, devem respeitar o Código de Defesa do Consumidor". O ministro pediu uma investigação de possível prática abusiva das big techs.

23 de fevereiro 2022, 15:30
Já a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM), acusou as redes sociais de usaram a base de dados delas para um debate que já é feito no Congresso.
"É grave que plataformas, como o Google, usem sua base de dados para atropelar uma discussão que deve ser feita com a sociedade e já está sendo feito pelo Congresso Nacional acerca do PL 2630",
declarou o órgão citado pela mídia.
Já ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliam que a ação do Google configura abuso de poder econômico, segundo o G1. De acordo com ministros ouvidos pela mídia, se for confirmado que a plataforma direcionou e aumentou a disseminação de ataques ao projeto, ela poderá ser punida.
As big techs partiram para uma ofensiva para tentar derrotar o projeto de lei das fake news,
buscando atrair o apoio de deputados, principalmente da direita, entretanto, o presidente da Câmara,
Arthur Lira, defende a aprovação do projeto para acabar com a divulgação de notícias falsas e postagens que disseminam discurso de ódio e fazem apologia da violência.