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EUA não têm mísseis balísticos suficientes para a Ucrânia, escreve mídia britânica
EUA não têm mísseis balísticos suficientes para a Ucrânia, escreve mídia britânica
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Os EUA não estão em posição de fornecer à Ucrânia mísseis balísticos táticos em quantidades que possam ajudar a virar o jogo na contraofensiva ucraniana... 21.08.2023, Sputnik Brasil
2023-08-21T05:24-0300
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2023-08-21T06:45-0300
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A mídia britânica também cita vários especialistas que questionam se esse tipo de armamento poderia ajudar Kiev a alcançar um grande avanço. O jornal, citando oficiais dos EUA não mencionados, disse que os EUA simplesmente não produzem mísseis balísticos táticos suficientes, conforme a Ucrânia tem pedido, para "fazer uma diferença significativa no campo de batalha". Além disso, de acordo com o artigo, outra consideração que impede o envio de tais projéteis é que tal passo poderia levar a uma nova escalada do conflito com a Rússia. O FT cita alguns funcionários dos EUA avisando de que a extensão da ajuda militar de Washington poderia diminuir à medida que as eleições presidenciais de 2024 se aproximam. Uma possível reeleição do republicano Donald Trump, agrega um certo nível de incerteza, tendo em conta suas repetidas promessas de pôr fim ao conflito assim que assumisse o cargo, observa o artigo. Moscou tem repetidamente alertado os países ocidentais contra o envio de armas à Ucrânia, argumentando que, ao fazê-lo, eles apenas prolongam o conflito e também se envolvem em uma "guerra por procuração" contra a Rússia.
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EUA não têm mísseis balísticos suficientes para a Ucrânia, escreve mídia britânica
05:24 21.08.2023 (atualizado: 06:45 21.08.2023) Os EUA não estão em posição de fornecer à Ucrânia mísseis balísticos táticos em quantidades que possam ajudar a virar o jogo na contraofensiva ucraniana, escreve o Financial Times.
A mídia britânica também
cita vários especialistas que questionam se esse tipo de armamento poderia ajudar Kiev a alcançar um grande avanço.
O jornal, citando
oficiais dos EUA não mencionados, disse que os
EUA simplesmente não produzem mísseis balísticos táticos suficientes, conforme a Ucrânia tem pedido, para "fazer uma diferença significativa no campo de batalha".
Além disso, de acordo com o artigo, outra consideração que impede o envio de tais projéteis é que tal passo poderia levar a uma nova
escalada do conflito com a Rússia.
Samuel Charap, um cientista político sênior da organização de pesquisa Rand Corporation, disse à mídia que a insistência da Ucrânia em obter mísseis de longo alcance é equivocada. O especialista ressaltou que esses foguetes "não são varinhas mágicas" e é improvável que resolvam os obstáculos dos campos minados e defesas russas entrincheiradas que as forças de Kiev estão atualmente enfrentando.
O FT cita alguns funcionários dos EUA avisando de que a extensão da
ajuda militar de Washington poderia diminuir à medida que as eleições presidenciais de 2024 se aproximam. Uma
possível reeleição do republicano Donald Trump, agrega um certo nível de incerteza, tendo em conta suas repetidas promessas de pôr fim ao conflito assim que assumisse o cargo, observa o artigo.
Moscou tem repetidamente alertado os países ocidentais contra o envio de armas à Ucrânia, argumentando que, ao fazê-lo, eles apenas prolongam o conflito e também se envolvem em uma "guerra por procuração" contra a Rússia.