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Pequim: Pentágono eleva inexistente 'ameaça militar' a armas nucleares da China em seu relatório
Pequim: Pentágono eleva inexistente 'ameaça militar' a armas nucleares da China em seu relatório
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Segundo ministério, os EUA são os principais responsáveis pelos obstáculos para as relações entre suas Forças Armadas e as chinesas. 25.10.2023, Sputnik Brasil
2023-10-25T14:12-0300
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O Ministério da Defesa da China criticou, nesta quarta-feira (25), o relatório anual do Departamento de Defesa dos EUA sobre a China, afirmando que ele distorce a política de segurança e a estratégia militar do país.Conforme o texto do relatório, durante a próxima década a China modernizará, diversificará e expandirá rapidamente suas forças nucleares, aumentando seu número de ogivas de 500 para mais de mil até 2030.Outra previsão é que o país asiático usará novos reatores e instalações de reprocessamento de forma a produzir plutônio para suas armas nucleares, indo contra as declarações de que as tecnologias são destinadas a fins pacíficos.Wu disse, citado nesta quarta-feira pela agência Reuters, que o desenvolvimento das Forças Armadas da China tem como objetivo conter a ameaça de guerra, salvaguardar sua própria segurança e a paz mundial, e não visa nenhum país ou alvo específico.Chamando o relacionamento entre militares de uma parte importante das relações sino-americanas, o alto funcionário da Defesa disse que "mantemos uma comunicação franca e eficaz com os Estados Unidos por meio da diplomacia militar", mas apontou que as dificuldades e os obstáculos enfrentados nas relações entre as Forças Armadas dos dois países são criados pelos Estados Unidos."O chamado relatório sobre o poder militar da China divulgado pelos Estados Unidos está repleto de todos os tipos de conteúdo errado, incluindo a declaração sobre a questão de Taiwan", afirmou, também hoje (25), um porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan da China em uma coletiva de imprensa.
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Pequim: Pentágono eleva inexistente 'ameaça militar' a armas nucleares da China em seu relatório
14:12 25.10.2023 (atualizado: 15:11 25.10.2023) Segundo ministério, os EUA são os principais responsáveis pelos obstáculos para as relações entre suas Forças Armadas e as chinesas.
O Ministério da Defesa da China
criticou, nesta quarta-feira (25), o relatório anual do Departamento de Defesa dos EUA sobre a China, afirmando que ele distorce a política de segurança e a estratégia militar do país.
Conforme o texto do relatório, durante a próxima década a China modernizará, diversificará e expandirá rapidamente suas forças nucleares, aumentando seu número de ogivas de 500 para mais de mil até 2030.
Outra previsão é que o país asiático usará novos reatores e instalações de reprocessamento de forma a produzir plutônio para suas armas nucleares, indo contra as declarações de que as tecnologias são destinadas a fins pacíficos.
"Expressamos nossa forte insatisfação e oposição resoluta a esse relatório", respondeu em um comunicado Wu Qian, porta-voz do Ministério da Defesa da China, acrescentando que o documento "exagera e eleva a inexistente 'ameaça militar chinesa'".
Wu disse,
citado nesta quarta-feira pela agência Reuters, que o desenvolvimento das Forças Armadas da China tem como objetivo conter a ameaça de guerra, salvaguardar sua própria segurança e a paz mundial, e não visa nenhum país ou alvo específico.
12 de outubro 2023, 20:16
Chamando o relacionamento entre militares de uma parte importante das relações sino-americanas, o alto funcionário da Defesa disse que "mantemos uma comunicação franca e eficaz com os Estados Unidos por meio da diplomacia militar", mas apontou que as dificuldades e os obstáculos enfrentados nas relações entre as Forças Armadas dos dois países são criados pelos Estados Unidos.
"Os Estados Unidos fingem estar confusos, enquanto fazem coisas que prejudicam os interesses de segurança da China, mas ao mesmo tempo gritam que querem gerir a crise e fortalecer a comunicação", disse Wu.
"O chamado relatório sobre o poder militar da China divulgado pelos Estados Unidos está repleto de todos os tipos de conteúdo errado, incluindo a declaração
sobre a questão de Taiwan", afirmou, também hoje (25), um porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan da China em uma coletiva de imprensa.