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Congo mostra 'coragem política' com visita de presidente a Moscou, diz diplomata
Congo mostra 'coragem política' com visita de presidente a Moscou, diz diplomata
Sputnik Brasil
A visita do presidente do Congo, Denis Sassou Nguesso, à Rússia contribuirá para o diálogo entre os dois Estados e ilustrará a independência do país africano... 25.06.2024, Sputnik Brasil
2024-06-25T17:35-0300
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"Esta é uma visita do mais alto nível. Contribuirá sem dúvida para manter o diálogo entre os chefes dos dois Estados", afirmou Nenachev, diplomata e pesquisador do Instituto Africano da Academia Russa de Ciências.De acordo com o analista, o presidente congolês assumiu uma posição condizente com seus princípios ao deslocar-se para Moscou.Apesar da pressão ocidental, Brazzaville não apoiou nenhuma resolução anti-Rússia nas Nações Unidas durante as sessões extraordinárias de 2022 e início de 2023, recorda o antigo diplomata.Recentemente, muitos chefes de Estado africanos fizeram visitas de Estado à Rússia tendo como pano de fundo a adoção por Moscou de uma nova concepção da sua política externa, onde a África ocupa "o seu verdadeiro lugar", sublinha novamente Nenachev. As relações entre Moscou e o continente vivem "uma nova dinâmica", resume.Romper com os mandamentos ocidentaisOs países africanos também procuram escapar à lógica dos ditames ocidentais em termos de relações internacionais. É por isso que vários países do continente estão interessados no BRICS, observa Sergei Nenachev.Ele lembra que as reuniões do BRICS organizadas no continente africano sempre aconteceram por iniciativa da África do Sul e reuniram representantes de muitos países africanos."Os africanos estão naturalmente interessados em estabelecer relações internacionais equitativas, para que as relações internacionais não contenham elementos relativos aos ditames deste ou daquele país, desta ou daquela região. Para que os africanos possam determinar o seu próprio destino de acordo com as tradições nacionais, e não construir as suas políticas internas de acordo com os modelos ocidentais", conclui.
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Congo mostra 'coragem política' com visita de presidente a Moscou, diz diplomata
17:35 25.06.2024 (atualizado: 21:14 25.06.2024) A visita do presidente do Congo, Denis Sassou Nguesso, à Rússia contribuirá para o diálogo entre os dois Estados e ilustrará a independência do país africano na cena internacional, explicou Sergei Nenachev, antigo embaixador russo no Congo (1999–2003), à Sputnik.
"Esta é uma visita do mais alto nível. Contribuirá sem dúvida
para manter o diálogo entre os chefes dos dois Estados", afirmou Nenachev, diplomata e pesquisador do Instituto Africano da Academia Russa de Ciências.
De acordo com o analista, o presidente congolês assumiu uma posição condizente com seus princípios ao deslocar-se para Moscou.
"O Congo demonstra a sua independência porque considera que desenvolver as suas relações é de fundamental importância. É uma certa coragem política."
Apesar da pressão ocidental, Brazzaville não apoiou nenhuma
resolução anti-Rússia nas Nações Unidas durante as sessões extraordinárias de 2022 e início de 2023, recorda o antigo diplomata.
Recentemente, muitos chefes de Estado africanos fizeram visitas de Estado à Rússia tendo como pano de fundo a adoção por Moscou de uma nova concepção da sua política externa, onde a África ocupa "o seu verdadeiro lugar", sublinha novamente Nenachev. As relações entre Moscou e o continente vivem "uma nova dinâmica", resume.
Romper com os mandamentos ocidentais
Os países africanos também procuram escapar à lógica dos ditames ocidentais em termos de relações internacionais. É por isso que vários países do continente
estão interessados no BRICS, observa Sergei Nenachev.
Ele lembra que as reuniões do BRICS organizadas no continente africano sempre aconteceram por iniciativa da África do Sul e reuniram representantes de muitos países africanos.
"Os africanos estão naturalmente interessados em estabelecer relações internacionais equitativas, para que as relações internacionais não contenham elementos relativos aos ditames deste ou daquele país, desta ou daquela região. Para que os africanos possam determinar o seu próprio destino de acordo com as tradições nacionais, e não construir as suas políticas internas de acordo com os modelos ocidentais", conclui.
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