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Baleias poderiam viver muito mais tempo se as deixássemos sozinhas, diz mídia
Baleias poderiam viver muito mais tempo se as deixássemos sozinhas, diz mídia
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A atividade humana ao longo da história não só fez com que a população de baleias no mundo diminuísse, mas também reduziu a longevidade dos maiores animais do... 02.01.2025, Sputnik Brasil
2025-01-02T12:32-0300
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O artigo do jornal britânico se baseia nas descobertas de um artigo científico publicado na revista Science.A ciência estudou, ainda nos anos 1990, as baleias-da-groenlândia, que eram caçadas tradicionalmente pelos inuítes, uma nação indígena nas regiões árticas do Canadá, do Alasca e da Groenlândia, e chegou à conclusão de que algumas dessas baleias teriam podido viver 200 anos ou ainda mais.Essa hipótese se baseia em testes de proteínas das baleias e por antigas pontas de arpão dos inuítes encontradas em cabeças de baleias que haviam sobrevivido a caças anteriores.O novo estudo indica que a mesma expectativa de vida poderia se aplicar às baleias-comuns.Mais uma coisa que a pesquisa revelou é que o impacto humano está diretamente relacionado à expectativa de vida das baleias.Os cientistas citaram duas baleias parecidas com habitats diferentes.A baleia-franca-austral, que habita a costa do Brasil e todas as latitudes subpolares e temperadas do Hemisfério Sul, e a baleia-franca do Atlântico Norte, que habita as zonas da parte norte do Atlântico.A espécie austral é mais protegida e, consequentemente, a população dela é maior. O estudo diz que até 10% dessas baleias vivem mais de 130 anos.Enquanto isso, sua "parente distante" do Norte, que é extremamente rara, encontrada principalmente na costa leste da América do Norte, só tem 10% de sua população que sobrevive até os 47 anos.
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Baleias poderiam viver muito mais tempo se as deixássemos sozinhas, diz mídia
12:32 02.01.2025 (atualizado: 14:24 02.01.2025) A atividade humana ao longo da história não só fez com que a população de baleias no mundo diminuísse, mas também reduziu a longevidade dos maiores animais do mundo, diz o jornal The Guardian.
O artigo do jornal britânico se baseia nas descobertas de um artigo científico
publicado na revista Science.
"A caça industrial de grandes baleias, como o cachalote, baleia-azul, jubarte e baleia-da-groenlândia, 'mascarou' a capacidade desses gigantes subaquáticos de viver até idades avançadas", diz o The Guardian citando o material científico.
A ciência estudou, ainda nos anos 1990, as baleias-da-groenlândia, que eram caçadas tradicionalmente pelos inuítes, uma nação indígena nas
regiões árticas do Canadá, do Alasca e da Groenlândia, e chegou à conclusão de que algumas dessas baleias teriam podido viver
200 anos ou ainda mais.
Essa hipótese se baseia em testes de proteínas das baleias e por antigas
pontas de arpão dos inuítes encontradas em cabeças de baleias que haviam sobrevivido a caças anteriores.

24 de outubro 2024, 08:05
O novo estudo indica que a mesma expectativa de vida poderia se aplicar às baleias-comuns.
Mais uma coisa que a pesquisa revelou é que o
impacto humano está diretamente relacionado à expectativa de vida das baleias.
Os cientistas citaram duas baleias parecidas com habitats diferentes.
A baleia-franca-austral, que habita a costa do Brasil e todas as latitudes subpolares e temperadas do Hemisfério Sul, e a baleia-franca do Atlântico Norte, que habita as zonas da parte norte do Atlântico.
A espécie austral é mais protegida e, consequentemente, a população dela é maior. O estudo diz que até 10% dessas baleias vivem mais de 130 anos.
Enquanto isso, sua "parente distante" do Norte, que é extremamente rara, encontrada principalmente na costa leste da América do Norte, só tem 10% de sua população que sobrevive até os 47 anos.
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