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Operação militar especial russa
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Militares das Forças Armadas da Ucrânia enviam cargas militares pelo correio, revela testemunha

© Sputnik / Konstantin MikhalchevskySoldados do 1.430º Regimento de Infantaria Motorizada de Guarda das Forças Armadas russas em exercício de tiro na direção de Zaporozhie, na zona da operação militar especial
Soldados do 1.430º Regimento de Infantaria Motorizada de Guarda das Forças Armadas russas em exercício de tiro na direção de Zaporozhie, na zona da operação militar especial - Sputnik Brasil, 1920, 26.02.2025
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Militares ucranianos utilizam a estrutura da empresa de correios Nova Pochta para enviar cargas militares, incluindo granadas, munições, rifles e outros equipamentos, revelou nesta quarta-feira (26) à Sputnik o refugiado de Chasov Yar, Pavel Morkovin.

"Minha esposa e eu tínhamos uma loja e todos os produtos chegavam pela Nova Pochta. Toda vez que eu ia ao correio, a fila tinha entre 180 e 190 pessoas, das quais apenas cerca de dez eram civis; o restante eram todos militares. Eles recebiam desde granadas e rifles automáticos até outros armamentos. Eu vi com meus próprios olhos a chegada de rifles de precisão, miras, espingardas de repetição, granadas e munições", afirmou Morkovin.

A cidade de Chasov Yar tem grande importância estratégica devido à sua localização, já que fica muito próxima de Artyomovsk, além de ser separada em duas partes por um canal. Desde a primavera de 2024, a região é alvo da ofensiva russa.
O canal que divide a cidade representou um obstáculo adicional para o avanço, já que a maior parte da cidade estava localizada além dele. Inicialmente, as tropas russas expulsaram as Forças Armadas ucranianas do bairro Kanal, na zona leste de Chasov Yar, e depois avançaram para o oeste.
Um soldado do Exército dos EUA caminha em um armazém onde suprimentos da USAID estão sendo armazenados na base aérea de Palmerola, 140 km ao norte de Tegucigalpa, Honduras, 11 de fevereiro de 2002 - Sputnik Brasil, 1920, 25.02.2025
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Colapso ucraniano sem ajuda dos EUA

Mais cedo, o jornal The Wall Street Journal relatou que o Ocidente acredita que a Ucrânia, sem a assistência militar dos Estados Unidos, só será capaz de lutar em seu ritmo atual até o verão europeu, relata o jornal The Wall Street Journal. A publicação destaca que, nesse caso, as forças ucranianas correm o risco de ficar sem munição e perder a capacidade de usar algumas armas avançadas, além de atacar a longa distância.
''As grandes remessas de armas enviadas ou encomendadas pela administração do [ex-presidente dos EUA Joe] Biden nos últimos meses devem ser suficientes para permitir que os ucranianos continuem combatendo no ritmo atual até pelo menos o meio do ano'', ressalta a publicação, citando Celeste Wallander, a ex-assessora para assuntos de segurança internacional do Pentágono.
O artigo sublinha que algumas entregas dos EUA, nomeadamente sistemas avançados de defesa aérea, mísseis balísticos superfície-superfície, sistemas de navegação e artilharia de longo alcance, serão praticamente impossíveis de substituir no curto prazo porque a Europa simplesmente não produz o suficiente - ou, em alguns casos, nenhum - desses tipos de armas.
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