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Robert Fico: ação dos EUA na Venezuela expõe colapso da ordem mundial pós-2ª Guerra

© AP Photo / Geert Vanden WijngaertO primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, durante evento oficial em Bruxelas, Bélgica, em fevereiro de 2024
O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, durante evento oficial em Bruxelas, Bélgica, em fevereiro de 2024 - Sputnik Brasil, 1920, 03.01.2026
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O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, afirmou neste sábado (3) que a operação dos Estados Unidos na Venezuela é uma prova do colapso da ordem mundial estabelecida após a Segunda Guerra Mundial.
Segundo Fico, o direito internacional deixou de funcionar, a força militar é utilizada sem mandato do Conselho de Segurança da ONU, e qualquer país que seja grande e forte passa a fazer o que quiser para defender seus próprios interesses.
O premiê eslovaco destacou ainda que será interessante observar como a União Europeia reagirá à operação dos EUA: se irá condená-la ou se, "como de costume, permanecerá hipócrita".
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O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot, condenou a operação militar dos EUA na Venezuela, classificando-a como uma violação do direito internacional.
"A operação militar que levou à captura de [o presidente venezuelano] Nicolás Maduro contradiz o princípio da não utilização da força, que está no cerne do direito internacional. A França recorda que nenhuma solução política duradoura pode ser imposta de fora e que os povos soberanos decidem o seu próprio futuro", escreveu Barrot no X.
Em Belarus, o Ministério das Relações Exteriores, assim como o presidente do país, Aleksandr Lukashenko, também condenou veementemente a agressão armada dos EUA contra a Venezuela e a declarou uma ameaça direta à paz e à segurança internacionais.

"Belarus reafirma seu apoio inabalável ao governo legítimo da Venezuela e une-se ao apelo pela convocação urgente do Conselho de Segurança da ONU, que tem a responsabilidade primordial pela manutenção da paz."

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sanchez, afirmou que o país não apoiará nenhuma intervenção externa na Venezuela que viole o direito internacional e arrisque agravar as tensões regionais.
"A Espanha não reconheceu o regime de [Nicolás] Maduro. Mas também não reconhecemos intervenções que violem o direito internacional e levem a região à incerteza e ao militarismo", declarou Sánchez.
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