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Argentina devolve US$ 20 bilhões emprestados pelos Estados Unidos
Argentina devolve US$ 20 bilhões emprestados pelos Estados Unidos
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O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, anunciou nesta sexta-feira (9) que a Argentina quitou integralmente os fundos obtidos por meio de uma linha de... 09.01.2026, Sputnik Brasil
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Em uma publicação na rede social X, Bessent enfatizou que o governo do presidente Javier Milei "quitou de forma rápida e completa sua linha de crédito limitada" após o acordo assinado em outubro passado.Segundo a Associated Press, o Banco Central da Argentina confirmou o pagamento, especificando que foi realizado em dezembro.O controverso resgate financeiro dos Estados Unidos forneceu liquidez em dólares ao governo Milei, um importante aliado ideológico de Trump na América Latina, e evitou um colapso do mercado argentino antes das cruciais eleições legislativas realizadas no país em outubro passado.Nas eleições, o Partido Libertário de Milei obteve uma vitória significativa, consolidando o apoio ao seu severo programa de austeridade e restaurando parte da confiança dos investidores estrangeiros no país.A este respeito, Bessent indicou que, graças ao depósito da Argentina, o Fundo de Estabilização Cambial dos EUA, utilizado para o resgate financeiro, não detém mais pesos argentinos. O secretário acrescentou que é de particular interesse para os Estados Unidos "definir o rumo da América Latina, com uma Argentina forte e estável que ajude a consolidar um Hemisfério Ocidental próspero".O ministro da Economia da Argentina, Luis Caputo, agradeceu ao governo Trump pela "confiança em nossa política econômica" e classificou a notícia como "excelente".As reservas cambiais da Argentina permanecem em níveis bastante baixas, e este ano o país enfrentará novamente pressão devido à dívida acumulada com empréstimos anteriores do Fundo Monetário Internacional e de outras organizações.
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Argentina devolve US$ 20 bilhões emprestados pelos Estados Unidos
17:46 09.01.2026 (atualizado: 21:56 09.01.2026) O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, anunciou nesta sexta-feira (9) que a Argentina quitou integralmente os fundos obtidos por meio de uma linha de crédito de swap cambial de US$ 20 bilhões (cerca de R$ 107 bilhões) com o governo de Donald Trump.
Em uma publicação na rede social X, Bessent enfatizou que o
governo do presidente Javier Milei "quitou de forma rápida e completa sua linha de crédito limitada" após o acordo
assinado em outubro passado.
"Estabilizar um aliado forte dos Estados Unidos e gerar dezenas de milhões em lucros para os americanos é uma grande conquista", afirmou o secretário.
Segundo a Associated Press, o Banco Central da Argentina confirmou o pagamento, especificando que foi realizado em dezembro.
O
controverso resgate financeiro dos Estados Unidos forneceu liquidez em dólares ao governo Milei, um i
mportante aliado ideológico de Trump na América Latina, e evitou um colapso do mercado argentino antes das
cruciais eleições legislativas realizadas no país em outubro passado.
Nas eleições, o Partido Libertário de Milei obteve uma vitória significativa, consolidando o apoio ao seu severo programa de austeridade e restaurando parte da confiança dos investidores estrangeiros no país.
A este respeito, Bessent indicou que, graças ao depósito da Argentina, o Fundo de Estabilização Cambial dos EUA, utilizado para o resgate financeiro, não detém mais pesos argentinos. O secretário acrescentou que é de particular interesse para os Estados Unidos "definir o rumo da América Latina, com uma Argentina forte e estável que ajude a consolidar um Hemisfério Ocidental próspero".
O ministro da Economia da Argentina, Luis Caputo, agradeceu ao governo Trump pela "confiança em nossa política econômica" e classificou a notícia como "excelente".
"É uma excelente realidade para o nosso país ter conseguido construir essa aliança geopolítica e saber que temos o apoio explícito do país mais importante do mundo", afirmou nas redes sociais.
As reservas cambiais da Argentina permanecem em níveis bastante baixas, e este ano o país enfrentará novamente pressão devido à dívida acumulada com empréstimos anteriores do Fundo Monetário Internacional e de outras organizações.
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