O Congresso Nacional (parlamento unicameral hondurennho), determou a recontagem, voto a voto, das últimas eleições gerais no país. Realizadas em 30 de novembro, o pleito teria sido vencido por Nasry Asfura, do Partido Nacional.A decisão foi aprovada à meia-noite entre os dias 8 e 9 de janeiro, em sessão extraordinária convocada pelo presidente do Congresso, Luis Redondo, do partido governista Liberdade e Refundação, que denunciou fraude maciça de Asfura, apoiado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.A presidente hondurenha, Xiomara Castro, assinou o decreto e ordenou sua publicação, "demonstrando assim seu compromisso com a democracia no país", segundo um comunicado divulgado pelo canal público de televisão Canal 8.Em dezembro, Castro apresentou uma denúncia sobre "golpe eleitoral em curso" a instâncias como as Nações Unidas, a União Europeia, a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), a Organização dos Estados Americanos (OEA) e outros organismos internacionais.O partido governista Libre não reconheceu os resultados das eleições recentes em Honduras e convocou protestos em todo o país. A candidata do Libre, Rixi Moncada, leu um comunicado oficial do partido condenando "a interferência e a coação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o processo eleitoral."Por lei, a contagem final deve ser concluída em até 30 dias após a votação, e a posse do novo presidente está prevista para 27 de janeiro de 2026.
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Honduras emite decreto ordenando recontagem de votos nas recentes eleições presidenciais
Para o Congresso Nacional, processo eleitoral foi fraudulento.
O Congresso Nacional (parlamento unicameral hondurennho), determou a recontagem, voto a voto, das últimas eleições gerais no país. Realizadas em 30 de novembro, o pleito teria sido vencido por Nasry Asfura, do Partido Nacional.
A decisão foi aprovada à meia-noite entre os dias 8 e 9 de janeiro, em sessão extraordinária convocada pelo presidente do Congresso, Luis Redondo, do partido governista Liberdade e Refundação, que denunciou fraude maciça de Asfura, apoiado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A presidente hondurenha, Xiomara Castro, assinou o decreto e ordenou sua publicação, "demonstrando assim seu compromisso com a democracia no país", segundo um comunicado divulgado pelo canal público de televisão Canal 8.
Em dezembro, Castro apresentou uma denúncia sobre "golpe eleitoral em curso" a instâncias como as Nações Unidas, a União Europeia, a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), a Organização dos Estados Americanos (OEA) e outros organismos internacionais.
"Estamos vivendo um processo marcado por ameaça, coação, manipulação do TREP [Transmissão de Resultados Eleitorais Preliminares] e adulteração da vontade popular. Essas ações constituem um golpe eleitoral em andamento", declarou à época.
O partido governista Libre não reconheceu os resultados das eleições recentes em Honduras e convocou protestos em todo o país. A candidata do Libre, Rixi Moncada, leu um comunicado oficial do partido condenando "a interferência e a coação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o processo eleitoral."
Por lei, a contagem final deve ser concluída em até 30 dias após a votação, e a posse do novo presidente está prevista para 27 de janeiro de 2026.
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