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EUA conseguirão a Groenlândia 'de um jeito ou de outro', afirma Trump
EUA conseguirão a Groenlândia 'de um jeito ou de outro', afirma Trump
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EUA vão controlar a Groenlândia de um jeito ou de outro, garantiu o presidente estadunidense, Donald Trump, a repórteres neste domingo (11), ao falar sobre o... 11.01.2026, Sputnik Brasil
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Investida contra o IrãAos jornalistas, Trump também afirmou que retaliará com uma "força jamais vista" se o Irã atacar alguma instalação norte-americana.Ele comentou que está analisando medidas para agir diante dos acontecimentos em Teerã, onde não se descarta o uso da força.Ainda segundo ele, o Irã entrou em contato com seu governo e propôs negociar um acordo nuclear e que estava em negociações para agendar uma reunião com Teerã.VenezuelaUm encontro com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, não está descartado, acrescentou ele na coletiva.Ele apenas comentou que "em algum momento" se reunirá com a mandatária, que assumiu o cargo após os EUA invadirem a Venezuela em 3 de janeiro e sequestrarem o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, que foram levados para Nova York para serem julgados por crimes relacionados ao narcotráfico.A agressão à Venezuela foi resultado de meses de tensão crescente após várias operações a partir de agosto com uma operação militar dos EUA no Caribe, que culminou com o bloqueio naval na Venezuela, em dezembro. A justificativa de Trump para a operação militar foi o combate ao tráfico de drogas.Neste mesmo dia, ele publicou uma captura de tela na rede social Truth Social em que se autoproclama presidente interino da Venezuela. Anteriormente, o chefe de Estado insistiu que ele comandaria a Venezuela, após um ataque norte-americano a Caracas, e que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, o vice-presidente J.D. Vance e o secretário da Guerra, Pete Hegseth, ficariam encarregados de conduzir os assuntos de forma provisória.
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EUA conseguirão a Groenlândia 'de um jeito ou de outro', afirma Trump
21:52 11.01.2026 (atualizado: 07:24 12.01.2026) EUA vão controlar a Groenlândia de um jeito ou de outro, garantiu o presidente estadunidense, Donald Trump, a repórteres neste domingo (11), ao falar sobre o território que faz parte do Reino da Dinamarca.
"De uma forma ou de outra, tomaremos a Groenlândia. Se não tomarmos a Groenlândia, a Rússia ou a China a tomarão, e eu não vou deixar isso acontecer", disse ele à imprensa, a bordo do avião presidencial Air Force One.
Aos jornalistas, Trump também afirmou que retaliará com uma "força jamais vista" se o Irã atacar alguma instalação norte-americana.
Ele comentou que está analisando medidas para agir diante dos
acontecimentos em Teerã, onde não se descarta o uso da força.
"O Irã está começando a ultrapassar o meu limite [...]. Estamos analisando a resposta com muita seriedade, o Exército está estudando a situação e estamos considerando opções muito sólidas", declarou.
Ainda segundo ele, o Irã entrou em contato com seu governo e propôs negociar um acordo nuclear e que estava em negociações para agendar uma reunião com Teerã.
"Acho que eles estão cansados de apanhar dos Estados Unidos", disse Trump. Ele acrescentou: "O Irã quer negociar."
Um encontro com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, não está descartado, acrescentou ele na coletiva.
Ele apenas comentou que "em algum momento" se reunirá com a mandatária, que assumiu o cargo após os EUA
invadirem a Venezuela em 3 de janeiro e sequestrarem o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, que foram levados para Nova York para serem julgados por
crimes relacionados ao narcotráfico.
A agressão à Venezuela foi resultado de meses de tensão crescente após várias operações a partir de agosto com uma operação militar dos EUA no Caribe, que culminou com o bloqueio naval na Venezuela, em dezembro. A justificativa de Trump para a operação militar foi o combate ao tráfico de drogas.
Neste mesmo dia, ele publicou uma captura de tela na rede social Truth Social em que se autoproclama presidente interino da Venezuela.
Anteriormente, o chefe de Estado insistiu que ele comandaria a Venezuela, após um ataque norte-americano a Caracas, e que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, o vice-presidente J.D. Vance e o secretário da Guerra, Pete Hegseth, ficariam encarregados de conduzir os assuntos de forma provisória.
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