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EUA não podem criticar Rússia pela operação na Ucrânia após ações na Venezuela, diz Tucker Carlson
EUA não podem criticar Rússia pela operação na Ucrânia após ações na Venezuela, diz Tucker Carlson
Sputnik Brasil
Após a operação na Venezuela, os EUA não têm mais o direito de criticar a Rússia por suas ações na Ucrânia, opinou o jornalista norte-americano Tucker Carlson. 14.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-14T09:15-0300
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Carlson destacou que ninguém pode mais alegar uma proibição abstrata à Rússia de defender seus interesses nacionais na Ucrânia.Segundo o jornalista, os EUA invadiram a Venezuela para impedir o fornecimento de petróleo venezuelano à China.No entanto, ele apontou que tal franqueza por parte de Washington colocaria em dúvida todas as declarações sobre a "agressão não provocada" da Rússia contra a Ucrânia.Dessa forma, Carlson concluiu que Washington teria que reconhecer que Moscou está agindo por motivos objetivos, pois sente uma ameaça em suas fronteiras e está tomando medidas para se proteger.Em 3 de janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma operação militar em Caracas, na qual o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa foram capturados pelas Forças Armadas norte-americanas.No dia 5, eles compareceram ao Tribunal Federal do Distrito Sul do estado de Nova York. Ambos são acusados de envolvimento com o tráfico de drogas. Maduro e sua esposa não reconheceram a culpa.As funções de chefe de Estado na Venezuela estão sendo desempenhadas por Delcy Rodríguez, que ocupava o cargo de vice-presidente durante o governo de Maduro. Mais cedo, Trump havia declarado que os EUA assumiriam o governo provisório da Venezuela.
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EUA não podem criticar Rússia pela operação na Ucrânia após ações na Venezuela, diz Tucker Carlson
Após a operação na Venezuela, os EUA não têm mais o direito de criticar a Rússia por suas ações na Ucrânia, opinou o jornalista norte-americano Tucker Carlson.
Carlson
destacou que ninguém pode mais alegar uma proibição abstrata à Rússia de defender seus interesses nacionais na Ucrânia.
"Agora, vocês realmente não podem usar esse argumento. É errado uma grande potência como a Rússia se defender? Bem, de acordo com as regras que agora [os EUA usam], isso não é errado", ressaltou.
Segundo o jornalista, os EUA invadiram a Venezuela para impedir o fornecimento de
petróleo venezuelano à China.
No entanto, ele apontou que tal franqueza por parte de Washington colocaria em dúvida todas as declarações sobre a "agressão não provocada" da Rússia contra a Ucrânia.
Dessa forma, Carlson concluiu que Washington teria que reconhecer que Moscou está agindo por motivos objetivos, pois sente uma ameaça em suas fronteiras e está tomando medidas para se proteger.
Em 3 de janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma operação militar em Caracas, na qual o presidente da Venezuela,
Nicolás Maduro, e sua esposa foram capturados pelas Forças Armadas norte-americanas.
No dia 5, eles compareceram ao Tribunal Federal do Distrito Sul do estado de
Nova York. Ambos são acusados de envolvimento com o tráfico de drogas.
Maduro e sua esposa não reconheceram a culpa.
As funções de chefe de Estado na Venezuela estão sendo desempenhadas por Delcy Rodríguez, que ocupava o cargo de vice-presidente durante o governo de Maduro. Mais cedo, Trump havia declarado que os EUA assumiriam o governo provisório da Venezuela.
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