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Mídia: Exército chinês testa armas quânticas e redefine disputa global por superioridade digital
Mídia: Exército chinês testa armas quânticas e redefine disputa global por superioridade digital
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Um programa do ELP está desenvolvendo ferramentas de guerra cibernética baseadas em tecnologia quântica, já testadas na linha de frente, para acelerar a... 15.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-15T04:52-0300
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O Exército de Libertação Popular (ELP) da China afirma estar desenvolvendo tecnologia quântica para aprimorar o mapeamento da linha de frente e coletar informações militares no ciberespaço público. Segundo o South China Morning Post, mais de dez ferramentas quânticas experimentais de guerra cibernética estão em fase de desenvolvimento, algumas já testadas em missões reais.O projeto é conduzido por um laboratório de supercomputação da Universidade Nacional de Tecnologia de Defesa, que integra computação em nuvem, inteligência artificial (IA) e tecnologias quânticas.Além disso, sensores e sistemas de posicionamento quânticos podem reforçar as defesas antiaéreas, identificando aeronaves furtivas que escapam aos radares tradicionais. A mesma tecnologia também pode viabilizar sistemas de navegação extremamente precisos e resistentes a interferências ou falsificações, ampliando a segurança operacional.Um oficial não identificado afirmou ao jornal que "velocidade e mudança" orientam o desenvolvimento das novas armas cibernéticas, destacando que projetar armamentos eficazes exige antecipar o formato dos conflitos futuros. Pesquisadores da Força de Apoio à Informação do ELP trabalham em modelos avançados de consciência situacional, impulsionados por ferramentas de segurança cibernética.A equipe responsável afirma aproveitar a integração de plataformas públicas e capacidades de suporte em múltiplos domínios, colaborando diretamente com tropas da linha de frente para compreender necessidades reais. Dados coletados ao longo de um ano foram usados para criar um mapa unificado da situação no terreno, aprimorando a precisão das análises.Segundo os responsáveis pelo programa, a unidade continuará a estreitar a cooperação com as Forças Armadas e a adaptar-se às mudanças tecnológicas e estratégicas. O grupo também promove o rastreamento dinâmico, a classificação de resultados e a aplicação prática de tecnologias de ponta em segurança cibernética e informação, reforçando a ambição chinesa de avançar na guerra digital.
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Mídia: Exército chinês testa armas quânticas e redefine disputa global por superioridade digital
04:52 15.01.2026 (atualizado: 05:30 15.01.2026) Um programa do ELP está desenvolvendo ferramentas de guerra cibernética baseadas em tecnologia quântica, já testadas na linha de frente, para acelerar a análise de dados do campo de batalha, reforçar defesas e criar sistemas de navegação e detecção mais precisos e resistentes a interferências.
O Exército de Libertação Popular (ELP) da China afirma estar desenvolvendo
tecnologia quântica para aprimorar o mapeamento da linha de frente e coletar informações militares no ciberespaço público.
Segundo o South China Morning Post,
mais de dez ferramentas quânticas experimentais de guerra cibernética estão em fase de desenvolvimento, algumas já testadas em missões reais.
O projeto é conduzido por um laboratório de supercomputação da Universidade Nacional de Tecnologia de Defesa, que integra computação em nuvem, inteligência artificial (IA) e tecnologias quânticas.
A expectativa dos comandantes é que esses sistemas permitam processar grandes volumes de dados do campo de batalha em poucos segundos, acelerando decisões estratégicas e a distribuição de recursos.
Além disso, sensores e sistemas de posicionamento quânticos podem reforçar as defesas antiaéreas, identificando aeronaves furtivas que escapam aos radares tradicionais. A mesma tecnologia também
pode viabilizar sistemas de navegação extremamente precisos e resistentes a interferências ou falsificações, ampliando a
segurança operacional.

16 de fevereiro 2025, 15:17
Um oficial não identificado afirmou ao jornal que "velocidade e mudança" orientam o desenvolvimento das
novas armas cibernéticas, destacando que
projetar armamentos eficazes exige antecipar o formato dos conflitos futuros. Pesquisadores da Força de Apoio à Informação do ELP trabalham em modelos avançados de consciência situacional, impulsionados por ferramentas de segurança cibernética.
A equipe responsável afirma aproveitar a integração de plataformas públicas e capacidades de suporte em múltiplos domínios,
colaborando diretamente com tropas da linha de frente para compreender
necessidades reais. Dados coletados ao longo de um ano foram usados para criar um mapa unificado da situação no terreno, aprimorando a precisão das análises.
Segundo os responsáveis pelo programa, a unidade
continuará a estreitar a cooperação com as Forças Armadas e a adaptar-se às mudanças tecnológicas e estratégicas. O grupo também promove o rastreamento dinâmico, a classificação de resultados e a aplicação prática de
tecnologias de ponta em segurança cibernética e informação, reforçando a ambição chinesa de avançar na guerra digital.
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