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Telescópio da NASA detecta 'casulos' de buracos negros no universo primitivo
Telescópio da NASA detecta 'casulos' de buracos negros no universo primitivo
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Um novo estudo sugere que os misteriosos pontos vermelhos detectados pelo telescópio Com a ajuda do Telescópio Espacial James Webb (JWST), da NASA, em 2022... 16.01.2026, Sputnik Brasil
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Esses objetos, localizados em um estágio muito inicial do universo, intrigaram os cientistas por não emitirem raios X ou ondas de rádio, como seria esperado. A faixa de gás ionizado ao redor do buraco negro com forte emissão em raios X e rádio são sinais de que ele está crescendo.Agora, pesquisadores explicam que as nuvens de gás ao redor podem estar bloqueando esses sinais, revelando uma fase inédita de crescimento desses buracos negros. Os resultados foram publicados na revista científica Nature, nesta semana, por equipes da Universidade de Copenhague e Universidade de Manchester, na Europa.Galáxias antigas conhecidas coloquialmente como "pequenos pontos vermelhos" têm sido um mistério desde que astrônomos as descobriram há três anos.Os misteriosos pontos de luz existiram por um curto período no cosmos, surgindo no universo menos de 1 bilhão de anos após o Big Bang e quase desaparecendo depois de 2 bilhões de anos.Uma possível explicação para esses pontos brilhantes antigos era a de que se tratavam de galáxias extraordinariamente ricas em estrelas. Outra possibilidade era que os pequenos pontos vermelhos abrigassem buracos negros supermassivos — a luz nas galáxias poderia ter se originado do gás que ficou superaquecido ao ser atraído pela enorme força gravitacional desses buracos negros.Atualmente, o universo tem cerca de 13,8 bilhões de anos.
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Telescópio da NASA detecta 'casulos' de buracos negros no universo primitivo
00:04 16.01.2026 (atualizado: 01:20 16.01.2026) Um novo estudo sugere que os misteriosos pontos vermelhos detectados pelo telescópio Com a ajuda do Telescópio Espacial James Webb (JWST), da NASA, em 2022, são, na verdade, buracos negros supermassivos jovens envolvidos por densas nuvens de gás, formando verdadeiros "casulos".
Esses objetos, localizados em um estágio muito inicial do universo, intrigaram os cientistas por não emitirem
raios X ou ondas de rádio, como seria esperado. A faixa de gás ionizado ao redor do buraco negro com forte
emissão em raios X e rádio são sinais de que ele está crescendo.
Agora, pesquisadores explicam que as nuvens de gás ao redor podem estar bloqueando esses sinais, revelando uma fase inédita de
crescimento desses buracos negros.
Os resultados foram publicados na revista científica Nature, nesta semana, por equipes da Universidade de Copenhague e Universidade de Manchester, na Europa.
Galáxias antigas conhecidas coloquialmente como "pequenos pontos vermelhos" têm sido um mistério desde que astrônomos as descobriram há três anos.
Os misteriosos pontos de luz existiram por um curto período no cosmos, surgindo no universo menos de 1 bilhão de anos após o Big Bang e quase desaparecendo depois de 2 bilhões de anos.
Uma possível explicação para esses pontos brilhantes antigos era a de que se tratavam de
galáxias extraordinariamente ricas em estrelas. Outra possibilidade era que os pequenos pontos vermelhos
abrigassem buracos negros supermassivos — a luz nas galáxias poderia ter se originado do gás que ficou superaquecido ao ser atraído pela enorme força gravitacional
desses buracos negros.
Atualmente, o universo tem cerca de 13,8 bilhões de anos.
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