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EUA querem expulsar Rússia e China da América Latina e preservar dominância na região, diz analista
EUA querem expulsar Rússia e China da América Latina e preservar dominância na região, diz analista
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O presidente estadunidense Donald Trump segue a tradicional política estratégica de seu país no hemisfério ocidental de expulsar da América Latina outros... 17.01.2026, Sputnik Brasil
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Rozental elaborou que os países da América Latina estão empenhados em desenvolver relações com outros atores regionais e desejam manter relações construtivas com a Rússia e a China.Segundo o interlocutor da agência, os Estados Unidos exercerão pressão sobre os países da região para expulsar tanto a Rússia quanto a China, mas os próprios países latino-americanos estão interessados em diversificar suas relações.Nesse contexto, o analista salientou que os países da América Latina, adotando uma postura pragmática, buscam preservar e aprimorar suas relações amigáveis com Moscou e Pequim.No entanto, o especialista concluiu que os países dessa região se equilibram, com sucesso variável, entre os EUA, a Rússia, a União Europeia, a China e outros grandes atores, e tudo depende do grau de competência da política externa que escolherem.No contexto da operação contra a Venezuela, Trump pediu para não esquecer a Doutrina Monroe, que proclama o continente americano como uma zona fechada à interferência de outras potências, e também para não questionar a liderança dos EUA no hemisfério ocidental.Ele também justificou a necessidade de os Estados Unidos controlarem a Venezuela pelo fato de que, em sua opinião, caso contrário, a Rússia ou a China teriam a oportunidade de se aproximar demais das fronteiras estadunidenses.
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EUA querem expulsar Rússia e China da América Latina e preservar dominância na região, diz analista
O presidente estadunidense Donald Trump segue a tradicional política estratégica de seu país no hemisfério ocidental de expulsar da América Latina outros atores não regionais, como a China e a Rússia, disse à Sputnik Dmitry Rozental, diretor do Instituto da América Latina da Academia de Ciências da Rússia.
Rozental elaborou que os países da
América Latina estão empenhados em desenvolver relações com outros atores regionais e desejam manter relações construtivas com a Rússia e a China.
"Isso, sem dúvidas, faz parte da cultura estratégica norte-americana de excluir outros atores não regionais do hemisfério ocidental, principalmente a China e a Rússia. Outra questão é até que ponto isso será possível", ressaltou.
Segundo o interlocutor da agência, os
Estados Unidos exercerão pressão sobre os países da região para expulsar tanto a Rússia quanto a China, mas os próprios países latino-americanos estão interessados em diversificar suas relações.
Nesse contexto, o analista salientou que os países da América Latina, adotando uma postura pragmática, buscam preservar e aprimorar suas relações amigáveis com Moscou e Pequim.
No entanto, o especialista concluiu que os países dessa região se equilibram, com sucesso variável, entre os EUA, a Rússia, a
União Europeia, a China e outros grandes atores, e tudo depende do grau de competência da política externa que escolherem.
No contexto da operação contra a Venezuela, Trump pediu para não esquecer a Doutrina Monroe, que proclama o continente americano como uma zona fechada à interferência de outras potências, e também para não questionar a liderança dos EUA no hemisfério ocidental.
Ele também justificou a necessidade de os Estados Unidos controlarem a Venezuela pelo fato de que, em sua opinião, caso contrário, a Rússia ou a China teriam a oportunidade de se aproximar demais das fronteiras estadunidenses.
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