Trump propõe assentos permanentes por US$ 1 bilhão no 'Conselho da Paz', diz mídia
15:10 18.01.2026 (atualizado: 20:58 18.01.2026)

© AP Photo / Alex Brandon
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Estados-membros teriam mandatos de três anos, mas a permanência poderia ser estendida caso o país aportasse mais de US$ 1 bilhão em recursos financeiros já no primeiro ano.
O governo dos EUA estaria solicitando que países interessados em obter um assento permanente no proposto "Conselho da Paz" contribuam com pelo menos US$ 1 bilhão (R$ 5,37 bilhões, aproximadamente), segundo um rascunho do estatuto ao qual a Bloomberg teve acesso.
Pelo documento, o presidente norte-americano, Donald Trump, atuaria como presidente inaugural do órgão e teria a prerrogativa de decidir quais países seriam convidados a participar. Em regra, os Estados-membros teriam mandatos de três anos, mas a permanência poderia ser estendida caso o país aportasse mais de US$ 1 bilhão em recursos financeiros já no primeiro ano.
Pelo documento, o presidente norte-americano, Donald Trump, atuaria como presidente inaugural do órgão e teria a prerrogativa de decidir quais países seriam convidados a participar. Em regra, os Estados-membros teriam mandatos de três anos, mas a permanência poderia ser estendida caso o país aportasse mais de US$ 1 bilhão em recursos financeiros já no primeiro ano.
De acordo com a Bloomberg, o Conselho da Paz é apresentado como um organismo internacional voltado à promoção da estabilidade, à restauração da governança e à garantia da paz em regiões afetadas por conflitos.
A reportagem afirma ainda que Trump teria convidado diversos líderes para integrar um conselho com foco específico em Gaza, entre eles o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente da Argentina, Javier Milei, e o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney.
Ainda segundo a agência, alguns países manifestaram preocupações em relação ao texto preliminar, sobretudo sobre dispositivos que concedem amplo controle ao presidente sobre o financiamento e a definição da agenda. A Casa Branca, no entanto, não comentou o conteúdo do documento.
A reportagem afirma ainda que Trump teria convidado diversos líderes para integrar um conselho com foco específico em Gaza, entre eles o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente da Argentina, Javier Milei, e o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney.
Ainda segundo a agência, alguns países manifestaram preocupações em relação ao texto preliminar, sobretudo sobre dispositivos que concedem amplo controle ao presidente sobre o financiamento e a definição da agenda. A Casa Branca, no entanto, não comentou o conteúdo do documento.


