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EUA e Israel usam protestos no Irã em prol de seus próprios interesses, diz analista
EUA e Israel usam protestos no Irã em prol de seus próprios interesses, diz analista
Sputnik Brasil
Os adversários externos do Irã, como os EUA e Israel, podem se beneficiar dos protestos internos no país, disse à Sputnik Vasily Kuznetsov, diretor do Centro... 17.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-17T12:40-0300
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Segundo o cientista político, o Irã está enfrentando uma crise econômica prolongada, que se agrava devido a outros problemas, como conflitos étnico-confessionais e declínio socioeconômico.Segundo o interlocutor da Sputnik, embora haja descontentamento público, todos os países que consideram o regime político iraniano inimigo estão usando essa situação a seu favor, sem esconder isso.Nesse contexto, ele salientou que na base de qualquer grande atividade de protesto, estão fatores internos.Ao mesmo tempo, o especialista concluiu que esses protestos são sempre aproveitados por atores externos.Os protestos no Irã começaram no final de dezembro de 2025, devido à desvalorização da moeda nacional.A partir do dia 8 de janeiro, após apelos de Reza Pahlavi, filho do xá iraniano deposto, os protestos se transformaram em tumultos, passando a ser acompanhados de slogans contra o regime político do país. No mesmo dia, a Internet deixou de funcionar em território iraniano.Houve relatos de vítimas entre as forças de segurança e os participantes dos distúrbios. As autoridades iranianas, que acusaram os EUA e Israel de organizar os distúrbios, declararam, em 12 de janeiro, que a situação havia sido controlada.Em meio aos protestos, o presidente dos EUA, Donald Trump, cancelou todos os contatos com autoridades iranianas, apoiou os manifestantes e admitiu qualquer tipo de ação contra o Irã, incluindo ataques aéreos.Teerã, por sua vez, afirmou que as declarações do líder norte-americano ameaçam a soberania do país.
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EUA e Israel usam protestos no Irã em prol de seus próprios interesses, diz analista
Os adversários externos do Irã, como os EUA e Israel, podem se beneficiar dos protestos internos no país, disse à Sputnik Vasily Kuznetsov, diretor do Centro de Estudos Árabes e Islâmicos do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências da Rússia.
Segundo o cientista político, o Irã está enfrentando uma
crise econômica prolongada, que se agrava devido a outros problemas, como conflitos étnico-confessionais e declínio socioeconômico.
"Nem os EUA nem Israel escondem o apoio aos [protestos], eles falam abertamente sobre isso. No entanto, isso não significa que não haja crise social no país", ressaltou.
Segundo o interlocutor da Sputnik, embora haja descontentamento público, todos os países que consideram o
regime político iraniano inimigo estão usando essa situação a seu favor, sem esconder isso.
Nesse contexto, ele salientou que na base de qualquer grande atividade de protesto, estão fatores internos.
Ao mesmo tempo, o especialista concluiu que esses protestos são sempre aproveitados por atores externos.
Os protestos no Irã começaram no final de dezembro de 2025, devido à desvalorização da moeda nacional.
A partir do dia 8 de janeiro, após apelos de Reza Pahlavi, filho do xá iraniano deposto, os protestos se transformaram em tumultos, passando a ser acompanhados de slogans contra o regime político do país. No mesmo dia, a Internet deixou de funcionar em território iraniano.
Houve relatos de vítimas entre as forças de segurança e os participantes dos distúrbios. As autoridades iranianas, que acusaram os EUA e Israel de organizar os distúrbios, declararam, em 12 de janeiro, que a situação havia sido controlada.
Em meio aos protestos, o presidente dos EUA,
Donald Trump, cancelou todos os contatos com autoridades iranianas, apoiou os manifestantes e admitiu qualquer tipo de ação contra o Irã, incluindo ataques aéreos.
Teerã, por sua vez, afirmou que as declarações do líder norte-americano ameaçam a soberania do país.
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