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Cientistas encontram nova evidência da existência de oceanos em Marte no passado (IMAGENS)
Cientistas encontram nova evidência da existência de oceanos em Marte no passado (IMAGENS)
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Ao identificar traços de estuários fluviais na superfície marciana, cientistas conseguiram determinar que, há cerca de 3 bilhões de anos, Marte abrigava um... 19.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-19T12:44-0300
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De acordo com a publicação, no desfiladeiro Coprates Chasma, que faz parte do imenso sistema de cânions Valles Marineris, imagens de satélite revelaram depósitos em forma de leque muito semelhantes aos deltas fluviais que se formam na Terra quando rios deságuam em grandes corpos d’água.A descoberta foi feita por pesquisadores da Itália e da Suíça. Fritz Schlunegger, geomorfologista da Universidade de Berna, na Suíça, e um dos autores do estudo, afirmou que os estuários encontrados em Marte pertencem a rios que, em tempos remotos, desembocavam em um vasto oceano marciano.De acordo com os dados dos cientistas, todas as estruturas deltoides foram detectadas a uma altitude entre 3.650 e 3.750 metros abaixo do nível de referência marciano, cerca de 1.000 metros acima do ponto mais profundo do Valles Marineris. Essa configuração sugeriria a existência de um mar com dimensões semelhantes às do Oceano Ártico.Além disso, os pesquisadores estimaram que esses depósitos se formaram há aproximadamente 3 bilhões de anos. Como não foram encontrados estuários em regiões mais elevadas de Marte, os cientistas concluíram que esse foi o período em que o planeta dispunha da maior quantidade de água líquida em sua superfície.Independentemente de para onde toda essa água tenha ido, sua presença no passado reforça a hipótese de que Marte já teve condições favoráveis à vida.
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Cientistas encontram nova evidência da existência de oceanos em Marte no passado (IMAGENS)
Ao identificar traços de estuários fluviais na superfície marciana, cientistas conseguiram determinar que, há cerca de 3 bilhões de anos, Marte abrigava um oceano gigantesco, comparável em extensão ao Oceano Ártico terrestre, informa o portal Science Alert.
De acordo com a publicação, no desfiladeiro
Coprates Chasma, que faz parte do imenso sistema de cânions
Valles Marineris, imagens de satélite revelaram
depósitos em forma de leque muito semelhantes aos deltas fluviais que se formam na Terra quando rios deságuam em grandes corpos d’água.
A descoberta foi feita por pesquisadores da Itália e da Suíça.
Fritz Schlunegger, geomorfologista da Universidade de Berna, na Suíça, e um dos autores do estudo, afirmou que os estuários encontrados em Marte pertencem a rios que, em tempos remotos,
desembocavam em um vasto oceano marciano."As estruturas deltáticas se formam onde rios deságuam em oceanos, como sabemos por inúmeros exemplos na Terra. As formações identificadas nas imagens correspondem claramente à foz de um rio que desembocava no oceano", disse Schlunegger.
De acordo com os dados dos cientistas, todas as estruturas deltoides foram detectadas a uma altitude entre 3.650 e 3.750 metros abaixo do nível de referência marciano, cerca de 1.000 metros acima do ponto mais profundo do Valles Marineris. Essa configuração sugeriria a existência de um mar com dimensões semelhantes às do Oceano Ártico.
Além disso, os pesquisadores estimaram que esses depósitos se formaram há aproximadamente
3 bilhões de anos. Como não foram encontrados estuários em regiões mais elevadas de Marte, os cientistas concluíram que esse foi o período em que
o planeta dispunha da
maior quantidade de água líquida em sua superfície.Independentemente de para onde toda essa água tenha ido, sua presença no passado reforça a hipótese de que Marte já teve condições favoráveis à vida.
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