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Groenlândia pede que cidadãos se preparem para uma possível invasão dos EUA
Groenlândia pede que cidadãos se preparem para uma possível invasão dos EUA
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Ministro das Finanças também faz alerta e pede que moradores façam estoques de comida para cinco dias. 20.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-20T19:33-0300
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O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, pediu que os cidadãos da ilha se preparem para uma possível incursão militar dos EUA ao território.Segundo a emissora de rádio local KNR, Nielsen afirmou que o "uso da força militar é improvável, mas não está descartado".O Ministro das Finanças da Groenlândia, o ex-primeiro-ministro Mute Egede, pediu aos moradores que garantam comida suficiente para cinco dias. Ele afirmou que as autoridades groenlandesas estão preparando uma "campanha de informação" para os cidadãos e farão uma série de declarações públicas nos próximos dias, fornecendo orientações e recomendações sobre o assunto.A situação em torno da GroenlândiaDesde o início de seu segundo mandato, Trump afirmou repetidamente que a Groenlândia deveria se tornar parte dos EUA e, após a operação militar na Venezuela, insistiu abertamente nisso. Ele alega que submarinos russos e chineses estariam estacionados ao redor da região autônoma dentro do Reino da Dinamarca, enquanto as defesas da ilha se resumiriam a "dois trenós puxados por cães".Isso provocou fortes críticas na própria Groenlândia, onde as autoridades e a maioria dos residentes se opuseram à adesão aos EUA. A iniciativa também não conseguiu apoio na Europa.Em resposta, a Casa Branca impôs tarifas de 10% sobre a Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia. Elas entrarão em vigor em 1º de fevereiro, subirão para 25% em junho e, segundo o governo norte-americano, permanecerão em vigor até a "aquisição plena e completa da ilha".O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, classificou a situação atual como extraordinária do ponto de vista do direito internacional. A Rússia considera a Groenlândia como pertencente à Dinamarca.
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Groenlândia pede que cidadãos se preparem para uma possível invasão dos EUA
Ministro das Finanças também faz alerta e pede que moradores façam estoques de comida para cinco dias.
O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, pediu que os cidadãos da ilha se preparem para uma possível incursão militar dos EUA ao território.
Segundo a emissora de rádio local
KNR, Nielsen afirmou que o
"uso da força militar é improvável, mas não está descartado".
"O líder do outro lado [Donald Trump] deixou bem claro que essa possibilidade não está descartada. Portanto, devemos estar preparados para tudo", disse Nielsen.
O Ministro das Finanças da Groenlândia, o ex-primeiro-ministro Mute Egede, pediu aos moradores que garantam comida suficiente para cinco dias. Ele afirmou que as autoridades groenlandesas estão preparando uma "campanha de informação" para os cidadãos e farão uma série de declarações públicas nos próximos dias, fornecendo orientações e recomendações sobre o assunto.
A situação em torno da Groenlândia
Desde o início de seu segundo mandato, Trump afirmou repetidamente que a Groenlândia
deveria se tornar parte dos EUA e, após a operação militar na Venezuela, insistiu abertamente nisso. Ele alega que submarinos russos e chineses estariam estacionados ao redor da região autônoma dentro do Reino da Dinamarca, enquanto as defesas da ilha se resumiriam a
"dois trenós puxados por cães".
Isso
provocou fortes críticas na própria Groenlândia, onde as autoridades e a maioria dos residentes
se opuseram à adesão aos EUA.
A iniciativa também não conseguiu apoio na Europa.
Em resposta, a Casa Branca impôs tarifas de 10% sobre a Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia. Elas entrarão em vigor em 1º de fevereiro, subirão para 25% em junho e, segundo o governo norte-americano, permanecerão em vigor até a "aquisição plena e completa da ilha".
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, classificou a situação atual como extraordinária do ponto de vista do direito internacional. A Rússia considera a Groenlândia como pertencente à Dinamarca.
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