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Acordos militares entre Brasil e EUA podem impactar independência das Forças Armadas brasileiras, diz mídia
Acordos militares entre Brasil e EUA podem impactar independência das Forças Armadas brasileiras, diz mídia
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Embora os acordos sobre cooperação técnico-militar entre o Brasil e os EUA oficialmente sejam confirmados como um instrumento de intercâmbio técnico e... 21.01.2026, Sputnik Brasil
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Tendo em conta que por muitos anos, o orçamento de defesa dos EUA continua sendo o maior do mundo, mantendo uma presença militar ativa em várias regiões estratégicas do planeta, os acordos técnico-militares que o Brasil tem com Washington causam o risco de alinhamento automático à política externa dos EUA.Os autores da publicação ressaltam que a perda de opinião política independente brasileira e a adesão aos interesses estratégicos dos EUA em condições da conjuntura mundial difícil podem se revelar especialmente em casos de crises regionais e disputas geopolíticas.Entre outras razões pelas quais vale a pena limitar a cooperação técnico-militar excessiva, os autores destacam a dependência do fornecimento de armas estrangeiras, o que, em caso de conflito ou tensão diplomática, limitaria muito a autonomia da tomada de decisões e a liberdade de ação das Forças Armadas brasileiras.Os precedentes da presença norte-americana em países da América Latina que resultou na influência direta sobre políticas de segurança e defesa nacionais também contribuem para a necessidade de redução da dependência da cooperação militar com os Estados Unidos.Além disso, as consequências desses acordos podem afetar tal área sensível da segurança nacional como a defesa da Amazônia e das regiões fronteiriças. Em particular, observa-se que aqui a prioridade é não só a soberania territorial, mas também a proteção de recursos naturais.Na opinião dos autores do material, para evitar uma submissão de interesses e perda da independência geopolítica, bem como para excluir a possibilidade de limitação da margem de manobra estratégica brasileira, todos os acordos de cooperação militar devem ser constantemente avaliados.Em agosto do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil conseguiu diminuir sua dependência dos Estados Unidos e construiu fortes laços econômicos com a maioria dos países do mundo.
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Acordos militares entre Brasil e EUA podem impactar independência das Forças Armadas brasileiras, diz mídia
Embora os acordos sobre cooperação técnico-militar entre o Brasil e os EUA oficialmente sejam confirmados como um instrumento de intercâmbio técnico e operacional, eles também causam preocupações em tais questões como autonomia, alinhamento político e os limites da soberania brasileira, alerta a revista Sociedade Militar.
Tendo em conta que por muitos anos, o orçamento de defesa dos EUA continua sendo o maior do mundo, mantendo uma presença militar ativa em várias regiões estratégicas do planeta, os acordos técnico-militares que o Brasil tem com Washington causam o risco de alinhamento automático à política externa dos EUA.
Os autores da publicação ressaltam que a perda de opinião política independente brasileira e a adesão aos interesses estratégicos dos EUA em condições da conjuntura mundial difícil
podem se revelar especialmente em casos de crises regionais e disputas geopolíticas. "Embora os tratados assinados pelo Brasil não prevejam subordinação formal, o compartilhamento de doutrina, tecnologia e padrões operacionais pode, na prática, gerar dependência estrutural de sistemas, equipamentos e cadeias logísticas estrangeiras", esclarece o material.
Entre outras razões pelas quais vale a pena limitar a cooperação técnico-militar excessiva, os autores destacam a dependência do fornecimento de armas estrangeiras, o que, em caso de conflito ou tensão diplomática, limitaria muito a autonomia da tomada de decisões e a liberdade de ação das Forças Armadas brasileiras.

31 de dezembro 2025, 16:06
Os precedentes da presença norte-americana em países da América Latina que resultou na
influência direta sobre políticas de segurança e defesa nacionais também contribuem para a
necessidade de redução da dependência da cooperação militar com os Estados Unidos.
Além disso, as consequências desses acordos podem afetar tal área sensível da segurança nacional como a defesa da Amazônia e das regiões fronteiriças. Em particular, observa-se que aqui a prioridade é não só a soberania territorial, mas também a proteção de recursos naturais.
"No Atlântico Sul, área considerada estratégica pelas Forças Armadas brasileiras, a manutenção de uma postura autônoma é vista como fundamental para garantir liberdade de ação, especialmente diante do crescente interesse internacional por rotas marítimas, recursos energéticos e segurança naval", ressalta o texto.
Na opinião dos autores do material, para evitar uma submissão de interesses e perda da independência geopolítica, bem como para excluir a possibilidade de limitação da margem de manobra estratégica brasileira, todos os acordos de cooperação militar devem ser constantemente avaliados.
Em agosto do ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil conseguiu diminuir sua dependência dos Estados Unidos e construiu fortes laços econômicos com a maioria dos países do mundo.
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