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Buscas em Brumadinho (MG) são encerradas após 7 anos e deixam 2 vítimas não localizadas
Buscas em Brumadinho (MG) são encerradas após 7 anos e deixam 2 vítimas não localizadas
Sputnik Brasil
O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais concluiu as operações de busca por vítimas do rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho, após 2.558 dias de trabalho... 25.01.2026, Sputnik Brasil
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A tragédia completa sete anos neste domingo (25) e ainda mantém duas pessoas desaparecidas: o engenheiro mecânico Tiago Tadeu Mendes da Silva e a estagiária Nathália de Oliveira Porto Araújo. De acordo com os bombeiros, todo o material despejado na área do desastre foi examinado.Ao longo da operação, mais de 5 mil militares atuaram nas buscas, com apoio de equipes de outros estados. O trabalho envolveu 31 aeronaves, que somaram mais de 1.600 horas de voo, além do uso de 68 cães e cerca de 120 máquinas. Os equipamentos empregados devem ser retirados da região até a primeira quinzena de fevereiro.Há pouco mais de um ano, o governo federal assinou o novo acordo de reparação que prevê R$ 132 bilhões pelos prejuízos causados devido ao rompimento da barragem de Fundão. Um estudo realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostrou que os dois estados atingidos (Minas Gerais e Espírito Santo) podem perder até R$ 547 bilhões no produto interno bruto (PIB) até 2034, por conta do desastre provocado pela empresa.Do montante total, R$ 100 bilhões serão pagos ao longo de 20 anos pelas mineradoras à União e aos governos de Minas Gerais e Espírito Santo. Já os demais R$ 32 bilhões foram acordados para pagar indenizações de atingidos e ações reparatórias sob a responsabilidade das empresas.Relembre a tragédiaPor volta do meio-dia de 25 de janeiro de 2019, a barragem B1 da mineradora Vale, até então de "baixo risco" para rompimento, entrou em colapso. Em poucos segundos, cerca de 10 milhões de metros cúbicos de rejeitos da Vale reduziram a pó todo o centro administrativo da empresa.No caminho ao longo do leito do ribeirão Ferro-Carvão até o rio Paraopeba, propriedades rurais, pousadas, casas e bairros inteiros foram levados pela lama, que em alguns pontos chegava a uma profundidade de 15 metros.Ao todo, 272 pessoas morreram no desastre, segundo a Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos pelo Rompimento da Barragem Mina Córrego do Feijão (Avabrum).Tudo isso ocorreu cerca de quatro anos depois do maior desastre ambiental já registrado no Brasil: o rompimento da barragem da Samarco, subsidiária da Vale, em Mariana, na região central de Minas Gerais, em 2015, quando 19 pessoas morreram e o rio Doce foi destruído até a foz, no Espírito Santo. Em 2017, o então presidente da mineradora, Fabio Schvartsman, assumia a maior empresa privada do Brasil sob o lema "Mariana nunca mais".
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Buscas em Brumadinho (MG) são encerradas após 7 anos e deixam 2 vítimas não localizadas
16:02 25.01.2026 (atualizado: 19:23 25.01.2026) O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais concluiu as operações de busca por vítimas do rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho, após 2.558 dias de trabalho contínuo. Segundo a corporação, mais de 10 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração foram vistoriados, com a localização de 268 corpos.
A tragédia completa sete anos neste domingo (25) e ainda mantém duas pessoas desaparecidas: o engenheiro mecânico Tiago Tadeu Mendes da Silva e a estagiária Nathália de Oliveira Porto Araújo. De acordo com os bombeiros, todo o material despejado na área do desastre foi examinado.
Ao longo da operação, mais de 5 mil militares atuaram nas buscas, com apoio de equipes de outros estados. O trabalho envolveu 31 aeronaves, que somaram mais de 1.600 horas de voo, além do uso de 68 cães e cerca de 120 máquinas. Os equipamentos empregados devem ser retirados da região até a primeira quinzena de fevereiro.
Há pouco mais de um ano, o
governo federal assinou o novo acordo de reparação que prevê R$ 132 bilhões pelos prejuízos causados devido ao rompimento da barragem de Fundão. Um estudo realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostrou que os dois estados atingidos (Minas Gerais e Espírito Santo)
podem perder até R$ 547 bilhões no produto interno bruto (PIB) até 2034, por conta do desastre provocado pela empresa.
Do montante total, R$ 100 bilhões serão pagos ao longo de 20 anos pelas mineradoras à União e aos governos de Minas Gerais e Espírito Santo. Já os demais R$ 32 bilhões foram acordados para pagar indenizações de atingidos e ações reparatórias sob a responsabilidade das empresas.
Por volta do meio-dia de 25 de janeiro de 2019, a barragem B1 da mineradora Vale, até então de "baixo risco" para rompimento,
entrou em colapso. Em poucos segundos, cerca de
10 milhões de metros cúbicos de rejeitos da Vale reduziram a pó todo o centro administrativo da empresa.
No caminho ao longo do leito do ribeirão Ferro-Carvão
até o rio Paraopeba, propriedades rurais, pousadas, casas e bairros inteiros foram levados pela lama, que em alguns pontos chegava a uma
profundidade de 15 metros.
Ao todo, 272 pessoas morreram no desastre, segundo a Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos pelo Rompimento da Barragem Mina Córrego do Feijão (Avabrum).
Tudo isso ocorreu cerca de quatro anos depois do maior desastre ambiental já registrado no Brasil: o rompimento da barragem da Samarco, subsidiária da Vale, em Mariana, na região central de Minas Gerais, em 2015,
quando 19 pessoas morreram e o rio Doce foi destruído até a foz, no Espírito Santo. Em 2017, o então presidente da mineradora,
Fabio Schvartsman, assumia a maior empresa privada do Brasil sob o lema "Mariana nunca mais".
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