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Protestos no Brasil pedem investigação de morte de cão Orelha em Florianópolis (VÍDEOS, FOTOS)
Protestos no Brasil pedem investigação de morte de cão Orelha em Florianópolis (VÍDEOS, FOTOS)
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Manifestantes estão na frente do Museu de Arte de São Paulo (MASP), na manhã deste domingo (1º), para protestar contra o recente episódio de maus-tratos contra... 01.02.2026, Sputnik Brasil
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Segundo a Polícia Civil, o animal, com cerca de dez anos, foi agredido por quatro adolescentes na Praia Brava. Gravemente ferido, o cão foi levado a uma clínica veterinária, onde passou por eutanásia em razão da gravidade das lesões.O caso é investigado como crime de maus-tratos com resultado morte. As autoridades apuram ainda a possível prática de outros crimes, incluindo coação de testemunhas por adultos supostamente ligados aos adolescentes. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos, com apreensão de celulares para perícia.O caso ganhou repercussão nacional e internacional em diversas mídias. A primeira-dama, Janja da Silva, se manifestou sobre o incidente e cobrou investigações contra os suspeitos — adolescentes de famílias da elite catarinense.Brasília, Rio de Janeiro, Natal, Belo Horizonte, Florianópolis e Sorocaba têm previsão de manifestações semelhantes. Os manifestantes pedem a aplicação da Lei Sansão, que prevê penas mais severas para maus-tratos contra cães e gatos.A morte do cachorro Orelha, em Florianópolis, não gerou comoção apenas no Brasil. Personalidades internacionais e criadores de conteúdo estrangeiros passaram a comentar o caso, ampliando a pressão por responsabilização.A morte de Orelha, cachorro comunitário que vivia em Praia Brava, jogou luz sobre um tipo de crime que vem crescendo exponencialmente no país. Dados do Conselho Nacional de Justiça obtidos pelo Globo indicam que 4.919 processos por maus-tratos a animais foram abertos no Brasil no ano passado, numa média equivalente a 13 novos casos por dia.Maus-tratos a animais são crime no Brasil conforme a Lei nº 9.605/1998, com penas que podem chegar a cinco anos de reclusão, agravadas quando há morte do animal. Em Santa Catarina, há legislação específica para a proteção de animais comunitários.
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Protestos no Brasil pedem investigação de morte de cão Orelha em Florianópolis (VÍDEOS, FOTOS)
11:48 01.02.2026 (atualizado: 12:55 01.02.2026) Manifestantes estão na frente do Museu de Arte de São Paulo (MASP), na manhã deste domingo (1º), para protestar contra o recente episódio de maus-tratos contra o cachorro Orelha, em Santa Catarina.
Segundo a Polícia Civil, o animal, com cerca de dez anos, foi agredido por quatro adolescentes na Praia Brava. Gravemente ferido, o cão foi levado a uma clínica veterinária, onde passou por eutanásia em razão da gravidade das lesões.
O caso é investigado como crime de maus-tratos com resultado morte. As autoridades apuram ainda a possível prática de outros crimes, incluindo coação de testemunhas por adultos supostamente ligados aos adolescentes. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos, com apreensão de celulares para perícia.
O caso ganhou repercussão nacional e internacional em diversas mídias. A primeira-dama, Janja da Silva, se manifestou sobre o incidente e cobrou investigações contra os suspeitos — adolescentes de famílias da elite catarinense.
Brasília, Rio de Janeiro, Natal, Belo Horizonte, Florianópolis e Sorocaba têm previsão de manifestações semelhantes. Os manifestantes pedem a aplicação da Lei Sansão, que prevê penas mais severas para maus-tratos contra cães e gatos.
A morte do cachorro Orelha, em Florianópolis, não gerou comoção apenas no Brasil. Personalidades internacionais e criadores de conteúdo estrangeiros passaram a comentar o caso, ampliando a pressão por responsabilização.
A morte de Orelha, cachorro comunitário que vivia em Praia Brava, jogou luz sobre um tipo de crime que vem crescendo exponencialmente no país. Dados do Conselho Nacional de Justiça obtidos pelo Globo indicam que 4.919 processos por maus-tratos a animais foram abertos no Brasil no ano passado, numa média equivalente a 13 novos casos por dia.
Maus-tratos a animais são crime no Brasil conforme a Lei nº 9.605/1998, com penas que podem chegar a cinco anos de reclusão, agravadas quando há morte do animal. Em Santa Catarina, há legislação específica para a proteção de animais comunitários.
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