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EUA estão negociando com Cuba para chegar a um acordo após intensificar sanções, diz Trump

© AP Photo / Markus SchreiberO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após reunião do Fórum Econômico Mundial, em janeiro de 2026
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após reunião do Fórum Econômico Mundial, em janeiro de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 01.02.2026
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou neste domingo (1º) que o país realiza negociações com Cuba. No fim de janeiro, a Casa Branca publicou um documento afirmando que "as políticas, práticas e ações do governo cubano constituem uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos".
"Estamos conversando com pessoas de Cuba, com as mais altas autoridades cubanas, então veremos o que acontece", disse Trump, ao sugerir que os dois países poderiam chegar a um acordo.
Para pressionar o país, o presidente norte-americano anunciou medidas para impedir a chegada de petróleo venezuelano à ilha, o que poderia deixar quase 70% do território sem fornecimento de energia.

Em resposta, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, anunciou que Havana havia declarado "estado de emergência internacional" devido a esse novo ataque.
Monumento ao libertador de Cuba, José Marti, em Havana (foto de arquivo)  - Sputnik Brasil, 1920, 31.01.2026
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Já a Rússia declarou que são inaceitáveis medidas unilaterais contra países soberanos que violem a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU) e demais normas do direito internacional, reiterou a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.
Conforme a representante, Rússia e Cuba mantêm laços históricos especiais, e sua cooperação, mutuamente vantajosa, não tem como alvo prejudicar terceiros.
Quanto à decisão norte-americana que rotula a Rússia e outros parceiros de Cuba como países "hostis" e "malignos", Zakharova advertiu que tal atitude não contribui para o diálogo entre Moscou e Washington nem para os esforços dos EUA em promover a pacificação de conflitos no mundo.
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