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Lula parabeniza candidatura de Michelle Bachelet à ONU

© Foto / Ricardo Stuckert / PRO presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, durante chegada ao aeroporto internacional Panamá Pacífico, na capital panamenha, em 27 de janeiro de 2026
O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, durante chegada ao aeroporto internacional Panamá Pacífico, na capital panamenha, em 27 de janeiro de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 02.02.2026
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Candidata à secretária-geral da ONU conta com apoio do Brasil, do México e do atual presidente do Chile, Gabriel Boric. O presidente eleito, José Antonio Kast, disse que revelaria sua decisão só após a posse.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou apoio à candidatura de Michelle Bachelet à Secretaria-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A declaração foi dada nesta segunda-feira (2), em um post na rede social X.

"É com muita honra que o Brasil apoia a candidatura de Michelle Bachelet à secretária-geral da ONU. Em oito décadas de história, é hora de a organização finalmente ser comandada por uma mulher."

António Guterres, atual ocupante do posto, deixará o cargo em 31 de dezembro, após cumprir seu mandato de dez anos. Em novembro de 2025, já tinha dado início ao processo para a escolha do sucessor.
"A trajetória de Bachelet é marcada pelo pioneirismo. Foi a primeira mulher a presidir o Chile, por duas vezes, e a primeira a ocupar os cargos de ministra da Defesa e da Saúde em seu país", diz Lula. "No sistema das Nações Unidas, teve papel decisivo na criação e consolidação da ONU Mulheres, como sua primeira diretora-executiva, dando escala institucional à agenda da igualdade. Como alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, trabalhou para proteger os mais vulneráveis, avançar no reconhecimento do direito humano a um meio ambiente limpo, saudável e sustentável, e dar voz a quem mais precisa ser ouvido."
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Bachelet, além do apoio do Brasil, conta com o apoio do México, de Claudia Sheinbaum; e do atual presidente do Chile, Gabriel Boric. "Hoje o estado do Chile, junto ao Brasil e ao México, tem a honra e o orgulho de oficializar a inscrição da candidatura de Michelle Bachelet Jeria à Secretaria-Geral das Nações Unidas", disse Boric em anúncio no X.

"Essa candidatura expressa uma esperança compartilhada de que a América Latina e o Caribe façam sua voz ser escutada na construção de soluções coletivas para os tremendos desafios do nosso tempo."

A candidatura da ex-presidente era dúvida por conta da vitória presidencial de José Antonio Kast, que diverge em questões políticas no Chile e à organização internacional. O presidente eleito disse que só revelaria sua posição após a posse, no dia 11 de março.
Por conta da tradição de rotação regional, Bachelet vai disputar com pelo menos outros dois candidatos latino-americanos: a ex-vice-presidente da Costa Rica Rebeca Grynspan; e o diplomata argentino Rafael Grossi. Grynspan lidera a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, na sigla em inglês), enquanto Grossi é o atual diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
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