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‍Ex-presidente do Rioprevidência é preso em operação conjunta da PF e PRF sobre fraudes no Master

© Tânia Rego / Agência Brasil / Acessar o banco de imagensEx-presidente do Rioprevidência é preso em operação conjunta da PF e PRF
Ex-presidente do Rioprevidência é preso em operação conjunta da PF e PRF - Sputnik Brasil, 1920, 03.02.2026
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A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (3) o ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, durante a segunda fase da Operação Barco de Papel. A investigação apura crimes contra o sistema financeiro relacionados à gestão de recursos do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro.
Outros dois mandados de prisão temporária foram expedidos, mas não foram cumpridos; segundo a PF, os alvos estão foragidos.
De acordo com a corporação, Antunes foi levado à delegacia da PF em Volta Redonda e, em seguida, será encaminhado à Superintendência da PF no Rio de Janeiro para prestar depoimento.
Após os trâmites de polícia judiciária, Antunes será recolhido ao sistema prisional estadual, onde permanecerá à disposição da Justiça. A prisão ocorreu em Itatiaia, no interior do Rio de Janeiro.
Antunes havia renunciado ao cargo no fim de janeiro e, no dia 23 daquele mês, foi alvo de busca e apreensão em sua residência.
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Rioprevidência investiu quase R$ 1 bilhão no Banco Master

A Operação Barco de Papel investiga irregularidades na compra de letras financeiras emitidas pelo Banco Master, recentemente liquidado pelo Banco Central. Conforme a PF, entre novembro de 2023 e julho de 2024, o Rioprevidência teria investido cerca de R$ 970 milhões na instituição.
As prisões foram autorizadas pelo Juízo da 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, que apontou risco concreto de destruição de provas e de obstrução das investigações caso os investigados permanecessem em liberdade. Os mandados foram cumpridos em endereços ligados aos alvos no Rio de Janeiro e em Santa Catarina.
Após a operação de 23 de janeiro, a PF identificou movimentações consideradas suspeitas, como retirada de documentos do apartamento do principal investigado, manipulação de provas digitais e a transferência de dois veículos de luxo para terceiros.
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