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Arqueólogos descobrem cidade perdida de Alexandria no Tigre, no sul do Iraque (IMAGENS)
Arqueólogos descobrem cidade perdida de Alexandria no Tigre, no sul do Iraque (IMAGENS)
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Arqueólogos que trabalham no sul do Iraque identificaram a localização de Alexandria no Tigre, uma grande cidade portuária fundada no final do século IV a.C... 03.02.2026, Sputnik Brasil
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Os pesquisadores afirmam que as ruínas, localizadas em Jebel Khayyaber, sugerem que a área investigada foi um centro urbano planejado, que ligava a navegação fluvial da Mesopotâmia às rotas marítimas do Golfo Pérsico e a redes comerciais que se estendiam até a Índia e a Ásia Central.Na década de 1960, imagens aéreas detectaram a muralha e vestígios do assentamento, mas a guerra entre o Iraque e o Irã impediu as pesquisas no local.Quando os arqueólogos retornaram à região em 2014, descobriram uma muralha urbana com mais de um quilômetro de comprimento e até oito metros de altura, indicando a presença de um importante assentamento. Durante as escavações, foram encontrados restos de cerâmica e fragmentos de tijolos.Os resultados do estudo descrevem uma cidade construída em formato de grade, com ruas largas, grandes áreas residenciais, complexos de templos, oficinas com fornos, canais e bacias portuárias.Por volta do ano 300 d.C., a cidade entrou em declínio após o rio Tigre mudar seu curso para mais a oeste, deixando os habitantes sem sua principal artéria de navegação e comércio.Segundo os pesquisadores, as escavações em andamento visam esclarecer o plano urbanístico da cidade, datar as fases de construção e estabelecer a relação entre o crescimento urbano, o comércio e as mudanças ambientais.
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arqueologia, arqueólogos, sítio arqueológico, alexandria
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Arqueólogos descobrem cidade perdida de Alexandria no Tigre, no sul do Iraque (IMAGENS)
Arqueólogos que trabalham no sul do Iraque identificaram a localização de Alexandria no Tigre, uma grande cidade portuária fundada no final do século IV a.C., durante as campanhas de Alexandre, o Grande, informa o portal Archaeology News.
Os pesquisadores afirmam que as ruínas, localizadas
em Jebel Khayyaber, sugerem que a área investigada foi um centro urbano planejado, que ligava a navegação fluvial da Mesopotâmia às rotas marítimas do Golfo Pérsico e a redes comerciais que se estendiam até a Índia e a Ásia Central.
Na década de 1960, imagens aéreas detectaram a muralha e vestígios do assentamento, mas a guerra entre o Iraque e o Irã impediu as pesquisas no local.
Quando os arqueólogos retornaram
à região em 2014, descobriram uma muralha urbana
com mais de um quilômetro de comprimento e até oito metros de altura, indicando a presença de um importante assentamento. Durante as escavações, foram encontrados restos de cerâmica e fragmentos de tijolos.
Os resultados do estudo descrevem uma cidade construída em formato de grade, com ruas largas, grandes áreas residenciais, complexos de templos, oficinas com fornos, canais e bacias portuárias.
"Um dos distritos inclui quarteirões residenciais de tamanho excepcional, superando a maioria dos bairros conhecidos de outras cidades da mesma época", disseram os arqueólogos.
Por volta do ano 300 d.C., a cidade entrou em declínio após o rio Tigre mudar seu curso para mais a oeste, deixando os habitantes sem sua principal artéria de navegação e comércio.
"A navegação fluvial entrou em colapso e a base econômica enfraqueceu. A maior parte dos moradores deixou suas casas e a vida urbana desapareceu", diz o texto.
Segundo os pesquisadores, as escavações em andamento visam esclarecer o plano urbanístico da cidade, datar as fases de construção e estabelecer a relação entre o crescimento urbano, o comércio e as mudanças ambientais.
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