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'Cuba não está sozinha': mexicanos organizam campanha de arrecadação de alimentos para enviar à ilha
'Cuba não está sozinha': mexicanos organizam campanha de arrecadação de alimentos para enviar à ilha
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Diante do bloqueio energético imposto pelos Estados Unidos e da crise alimentar em Cuba, mexicanos decidiram organizar uma campanha de arrecadação de alimentos... 15.02.2026, Sputnik Brasil
2026-02-15T00:05-0300
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Na praça Zócalo, na Cidade do México, em frente ao Palácio Nacional, o Coletivo Militante Solidariedade por Cuba e a Associação José Martí de Cubanos Residentes no México montaram uma pequena tenda onde, acompanhados por retratos de Ernesto "Che" Guevara, receberão doações de alimentos e medicamentos para enviar a Cuba.A lista de itens necessários inclui leite em pó, arroz, feijão, lentilha, açúcar, atum (enlatado ou em sachês), materiais cirúrgicos e equipamentos médicos (como gaze, algodão e seringas), além de medicamentos para diabetes, analgésicos e outros itens.Em seguida, as doações serão enviadas para Veracruz, no leste do México, e depois para Havana, onde serão entregues os suprimentos arrecadados, explicou Sergio Chaviano, presidente da Associação José Martí de Cubanos Residentes no México, à Sputnik.Ele também afirmou que Havana é vítima de "um bloqueio desumano", que se agravou nas últimas semanas após os EUA anunciarem que imporiam sanções a países que vendem ou fornecem petróleo para a ilha.Essa ação desencadeou uma grave crise energética em Cuba, levando as autoridades do país caribenho a anunciarem medidas extraordinárias para "garantir a vitalidade do país" e manter "serviços essenciais sem sacrificar o desenvolvimento".Entre as medidas anunciadas estão restrições à venda de combustíveis, redução de viagens interprovinciais, fechamento de hotéis e redução da jornada de trabalho.Diante dessa situação, o ativista Francisco Rosas, do Coletivo Militante de Solidariedade "Go for Cuba", considerou necessário que o mundo inteiro demonstrasse solidariedade a Cuba.Governo envia ajudaEsta semana, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, anunciou uma série de medidas para manter o fluxo de ajuda humanitária para Cuba. Primeiramente, ela afirmou que já estão preparando um segundo carregamento de ajuda, após a chegada, esta semana, do primeiro carregamento de 800 toneladas de alimentos e medicamentos, enviado como demonstração de solidariedade ao povo cubano.Além disso, a presidente não descartou a possibilidade de o México servir como ponte aérea para países interessados em apoiar Havana. Ela acrescentou que o Estado mexicano poderia até ajudar no transporte de combustível de aviação, embora o governo de Miguel Díaz-Canel precisasse solicitar o apoio.Em relação aos carregamentos de petróleo, atualmente suspensos, a presidente mexicana esclareceu que ainda estão analisando como entregar esse recurso à ilha sem provocar qualquer retaliação de Washington.Enquanto isso, o partido governista, Movimento de Regeneração Nacional (Morena), anunciou que criará centros de coleta em todos os estados do país para se unir aos esforços de solidariedade com o povo cubano.
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'Cuba não está sozinha': mexicanos organizam campanha de arrecadação de alimentos para enviar à ilha
Diante do bloqueio energético imposto pelos Estados Unidos e da crise alimentar em Cuba, mexicanos decidiram organizar uma campanha de arrecadação de alimentos e medicamentos para enviar a Havana no final deste mês.
Na praça Zócalo, na Cidade do México, em frente ao Palácio Nacional, o Coletivo Militante Solidariedade por Cuba e a Associação José Martí de Cubanos Residentes no México montaram uma pequena tenda onde, acompanhados por retratos de Ernesto "Che" Guevara, receberão doações de alimentos e medicamentos para enviar a Cuba.
A lista de itens necessários inclui leite em pó, arroz, feijão, lentilha, açúcar, atum (enlatado ou em sachês), materiais cirúrgicos e equipamentos médicos (como gaze, algodão e seringas), além de medicamentos para diabetes, analgésicos e outros itens.
Em seguida, as doações serão enviadas para Veracruz, no leste do México, e depois para Havana, onde serão entregues os suprimentos arrecadados, explicou Sergio Chaviano, presidente da Associação José Martí de Cubanos Residentes no México, à Sputnik.
"O México sempre foi um país muito solidário, não só com Cuba [...] mas com o mundo todo, sinceramente. E a verdade é que Cuba está grata por esta coleta que nos permitem fazer aqui no Zócalo da Cidade do México", acrescentou.
Ele também afirmou que
Havana é vítima de "um bloqueio desumano", que se agravou nas últimas semanas após os
EUA anunciarem que imporiam sanções a países que vendem ou fornecem petróleo para a ilha.
Essa ação desencadeou uma grave crise energética em Cuba, levando as autoridades do país caribenho a anunciarem medidas extraordinárias para "garantir a vitalidade do país" e manter "serviços essenciais sem sacrificar o desenvolvimento".
Entre as medidas anunciadas estão restrições à venda de combustíveis, redução de viagens interprovinciais, fechamento de hotéis e redução da jornada de trabalho.
Diante dessa situação, o ativista Francisco Rosas, do Coletivo Militante de Solidariedade "Go for Cuba", considerou necessário que o mundo inteiro demonstrasse solidariedade a Cuba.
"Toda a humanidade deve apoiar o povo cubano pelo exemplo de dignidade, coragem, resistência e desafio que ele representa, apesar das adversidades de anos de bloqueio [...]. A questão é que precisamos [...] enviar a mensagem [a Washington] de que Cuba não está sozinha."
Esta semana, a presidente do México,
Claudia Sheinbaum, anunciou uma série de medidas para manter o
fluxo de ajuda humanitária para Cuba. Primeiramente, ela afirmou que já estão preparando um segundo carregamento de ajuda, após a chegada, esta semana, do primeiro carregamento de
800 toneladas de alimentos e medicamentos, enviado como demonstração de solidariedade ao povo cubano.
Além disso, a presidente não descartou a possibilidade de o México servir como ponte aérea para países interessados em apoiar Havana. Ela acrescentou que o Estado mexicano poderia até ajudar no transporte de combustível de aviação, embora o governo de Miguel Díaz-Canel precisasse solicitar o apoio.
Em relação aos carregamentos de petróleo,
atualmente suspensos, a presidente mexicana esclareceu que ainda estão analisando como entregar esse recurso à ilha
sem provocar qualquer retaliação de Washington.
Enquanto isso, o partido governista, Movimento de Regeneração Nacional (Morena), anunciou que criará centros de coleta em todos os estados do país para se unir aos esforços de solidariedade com o povo cubano.
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