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Mercenários estrangeiros já não querem lutar na Ucrânia, afirma enviado especial russo (VÍDEO)
Mercenários estrangeiros já não querem lutar na Ucrânia, afirma enviado especial russo (VÍDEO)
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Mercenários estrangeiros estão perdendo o interesse em participar das hostilidades ao lado da Ucrânia, pois entendem as consequências para sua saúde e vida... 16.02.2026, Sputnik Brasil
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O diplomata russo afirmou que, recentemente, o "mercado de serviços" ucraniano para europeus e asiáticos afundou. O interesse por ele caiu devido ao fato de que muitos mercenários estão morrendo e gravemente feridos.Miroshnik explicou que alguns dos mercenários estrangeiros estão fugindo da Ucrânia para seus países, onde eles contam o que está acontecendo no teatro de operações militares na Ucrânia, e por isso há cada vez menos interesse em ir para Ucrânia e combater lá com um enorme risco para sua saúde.O enviado especial relatou também como mudou a composição nacional dos grupos de mercenários estrangeiros na Ucrânia. No início, a maior parte dos mercenários eram cidadãos de países do Leste Europeu, da Polônia, Romênia e Países Bálticos.No entanto, hoje, os maiores contingentes são da América Latina, principalmente da Colômbia e de vários outros países da região. Esses indivíduos são ex-membros de formações de retaliação de drogas que perderam o contrato e foram ganhar dinheiro, adicionou Miroshnik.Citando dados do Ministério da Defesa da Rússia, Rodion Miroshnik disse que o número aproximado de todos os mercenários estrangeiros na Ucrânia é de 20 mil. No entanto, pode haver mais deles, porque as Forças Armadas ucranianas estão envidando todos os esforços para esconder essas pessoas.Prisioneiros russos na UcrâniaPronunciando-se sobre a detenção de prisioneiros e reféns russos, incluindo civis, Miroshnik destacou que a Ucrânia está zombando dessas pessoas e continua tentando barganhar por si só.No que se refere aos prisioneiros militares, ele afirmou que o lado ucraniano viola uma série de Convenções de Genebra usando contra os militares vários elementos de tortura, cadeiras elétricas, cães e pressão psicológica em prisões secretas.Citando os dados do Comitê de Investigação russo, Miroshnik disse que a Rússia iniciou cerca de nove mil processos criminais.
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Na Ucrânia, após a mobilização, só vão restar Zelensky e seus aliados, diz enviado especial russo
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Mercenários estrangeiros já não querem lutar na Ucrânia, afirma enviado especial russo (VÍDEO)
10:57 16.02.2026 (atualizado: 11:16 16.02.2026) Mercenários estrangeiros estão perdendo o interesse em participar das hostilidades ao lado da Ucrânia, pois entendem as consequências para sua saúde e vida, disse à Sputnik o enviado especial da chancelaria russa para os crimes do regime de Kiev, Rodion Miroshnik.
O diplomata russo afirmou que, recentemente, o "mercado de serviços" ucraniano para europeus e asiáticos afundou. O interesse por ele caiu devido ao fato de que muitos mercenários estão morrendo e gravemente feridos.
Miroshnik explicou que alguns dos mercenários estrangeiros estão fugindo da Ucrânia para seus países, onde eles contam
o que está acontecendo no teatro de operações militares na Ucrânia, e por isso
há cada vez menos interesse em ir para Ucrânia e combater lá com um enorme risco para sua saúde.
"Isso, é claro, reduz a atratividade para estrangeiros. A Ucrânia está condenada a lutar às custas de sua própria 'bucha de canhão'", disse o diplomata.
O enviado especial relatou também como mudou a composição nacional dos grupos de mercenários estrangeiros na Ucrânia. No início, a maior parte dos mercenários eram cidadãos
de países do Leste Europeu, da Polônia, Romênia e
Países Bálticos.
No entanto, hoje, os maiores contingentes
são da América Latina,
principalmente da Colômbia e de vários outros países da região. Esses indivíduos são
ex-membros de formações de retaliação de drogas que perderam o contrato e foram ganhar dinheiro, adicionou Miroshnik.
Citando dados do Ministério da Defesa da Rússia, Rodion Miroshnik disse que o número aproximado de todos os
mercenários estrangeiros na Ucrânia é de 20 mil. No entanto, pode haver mais deles, porque as Forças Armadas ucranianas estão envidando todos os esforços
para esconder essas pessoas.Prisioneiros russos na Ucrânia
Pronunciando-se sobre a detenção de prisioneiros e reféns russos, incluindo civis, Miroshnik destacou que a Ucrânia
está zombando dessas pessoas e
continua tentando barganhar por si só.
"As pessoas são mantidas dentro de casa e não podem sair. A saúde das pessoas não é das melhores. O fornecimento de alimentos levanta questões muito sérias. A dieta na qual as pessoas que estão sob estresse são mantidas pode levar a uma deterioração significativa da saúde e da depressão", disse.
No que se refere aos
prisioneiros militares, ele afirmou que o lado ucraniano
viola uma série de Convenções de Genebra usando contra os militares vários elementos de tortura, cadeiras elétricas, cães e pressão psicológica em
prisões secretas.
Citando os dados do Comitê de Investigação russo, Miroshnik disse que a Rússia iniciou cerca de nove mil processos criminais.
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