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Irmã de Kim Jong-un elogia admissão de Seul sobre lançamento de drones na Coreia do Norte
Irmã de Kim Jong-un elogia admissão de Seul sobre lançamento de drones na Coreia do Norte
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A irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un e vice-chefe de departamento do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia, Kim Yo-jong, elogiou o... 19.02.2026, Sputnik Brasil
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Mais cedo, o ministro da Unificação da Coreia do Sul, Chung Dong-yeon, declarou que civis sul-coreanos lançaram drones contra o país vizinho por quatro vezes durante o governo de Lee Jae-myung. Já a administração anterior de Yun Seok-yol teria lançado 11 drones "de forma imprudente", colocando em risco a vida de seus cidadãos, com o objetivo de provocar um ataque de Pyongyang e justificar a imposição da lei marcial em dezembro de 2024. O ministro expressou "profundo pesar" à RPDC pelas incursões aéreas.Ao mesmo tempo, Kim Yo-jong voltou a enfatizar que não se deve realizar "atos estúpidos" que coloquem o próprio país em risco e advertiu que, caso a soberania norte-coreana seja novamente violada, independentemente de quem seja o responsável, haverá “graves consequências”."Não se trata de uma ameaça, mas de um aviso claro. Adotar medidas garantidas para impedir de forma confiável a repetição de uma grave violação provocativa de soberania é o caminho para a própria sobrevivência da República da Coreia", acrescentou.
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Irmã de Kim Jong-un elogia admissão de Seul sobre lançamento de drones na Coreia do Norte
A irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un e vice-chefe de departamento do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia, Kim Yo-jong, elogiou o reconhecimento por parte de Seul dos lançamentos de drones na República Popular Democrática da Coreia (RPDC), informou nesta quarta-feira (18) a agência estatal KCNA.
Mais cedo, o ministro da Unificação da Coreia do Sul, Chung Dong-yeon, declarou que civis sul-coreanos
lançaram drones contra o país vizinho por quatro vezes durante o
governo de Lee Jae-myung.
Já a administração anterior de Yun Seok-yol teria
lançado 11 drones "de forma imprudente", colocando em risco a vida de seus cidadãos, com o objetivo de provocar um ataque de Pyongyang e justificar a
imposição da lei marcial em dezembro de 2024. O ministro expressou "profundo pesar" à RPDC pelas incursões aéreas.
"Valorizo altamente que o ministro da Unificação da Coreia do Sul, Chung Dong-yeon, tenha reconhecido oficialmente a intrusão provocativa de um drone sul-coreano em nosso espaço aéreo em 18 de fevereiro e tenha expressado arrependimento, além do compromisso de evitar a repetição", afirmou Kim Yo-jong.

26 de dezembro 2025, 15:14
Ao mesmo tempo, Kim Yo-jong voltou a enfatizar que não se deve realizar "atos estúpidos" que
coloquem o próprio país em risco e advertiu que, caso a
soberania norte-coreana seja novamente violada, independentemente de quem seja o responsável, haverá “graves consequências”.
"Não se trata de uma ameaça, mas de um aviso claro. Adotar medidas garantidas para impedir de forma confiável a repetição de uma grave violação provocativa de soberania é o caminho para a própria sobrevivência da República da Coreia", acrescentou.
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