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Irmã de Kim Jong-un elogia admissão de Seul sobre lançamento de drones na Coreia do Norte

© AP Photo / Ahn Young-joonUma tela de TV mostra uma imagem de arquivo de Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un, durante um programa de notícias na Estação Ferroviária de Seul em Seul, Coreia do Sul, 20 de fevereiro de 2023
Uma tela de TV mostra uma imagem de arquivo de Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un, durante um programa de notícias na Estação Ferroviária de Seul em Seul, Coreia do Sul, 20 de fevereiro de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 19.02.2026
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A irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un e vice-chefe de departamento do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia, Kim Yo-jong, elogiou o reconhecimento por parte de Seul dos lançamentos de drones na República Popular Democrática da Coreia (RPDC), informou nesta quarta-feira (18) a agência estatal KCNA.
Mais cedo, o ministro da Unificação da Coreia do Sul, Chung Dong-yeon, declarou que civis sul-coreanos lançaram drones contra o país vizinho por quatro vezes durante o governo de Lee Jae-myung.
Já a administração anterior de Yun Seok-yol teria lançado 11 drones "de forma imprudente", colocando em risco a vida de seus cidadãos, com o objetivo de provocar um ataque de Pyongyang e justificar a imposição da lei marcial em dezembro de 2024. O ministro expressou "profundo pesar" à RPDC pelas incursões aéreas.
"Valorizo altamente que o ministro da Unificação da Coreia do Sul, Chung Dong-yeon, tenha reconhecido oficialmente a intrusão provocativa de um drone sul-coreano em nosso espaço aéreo em 18 de fevereiro e tenha expressado arrependimento, além do compromisso de evitar a repetição", afirmou Kim Yo-jong.
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Ao mesmo tempo, Kim Yo-jong voltou a enfatizar que não se deve realizar "atos estúpidos" que coloquem o próprio país em risco e advertiu que, caso a soberania norte-coreana seja novamente violada, independentemente de quem seja o responsável, haverá “graves consequências”.
"Não se trata de uma ameaça, mas de um aviso claro. Adotar medidas garantidas para impedir de forma confiável a repetição de uma grave violação provocativa de soberania é o caminho para a própria sobrevivência da República da Coreia", acrescentou.
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