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'Guerra iminente e desnecessária': especialista aponta reais beneficiários de ataque dos EUA ao Irã
'Guerra iminente e desnecessária': especialista aponta reais beneficiários de ataque dos EUA ao Irã
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Apesar da relutância dos contribuintes norte-americanos em financiar uma nova "guerra desnecessária", um conflito bélico entre os EUA e o Irã parece pouco... 25.02.2026, Sputnik Brasil
2026-02-25T18:39-0300
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"A guerra que se aproxima não beneficia os interesses dos EUA, mas é uma guerra iniciada por Benjamin Netanyahu, Israel e sua ‘ala fascista da direita" esclareceu.O especialista afirmou que o primeiro-ministro israelense está descontente com as negociações entre EUA e Irã realizadas em Omã e na Suíça e vem, desde dezembro de 2025, pressionando Donald Trump para lançar um ataque contra o Irã.No entanto, o analista sugeriu que "o aumento sem precedentes do poderio militar [estadunidense] na região" poderia significar não apenas uma pressão sobre Teerã, mas também servir para desviar a atenção dos norte-americanos dos efeitos do caso Epstein, o escândalo que está abalando os EUA.Os EUA mobilizaram amplo poder militar na região, enquanto Trump vem há semanas ameaçando ataque limitado ao Irã para pressionar por acordo que restrinja o programa nuclear iraniano. Um possível ataque gerou temores de interrupções no abastecimento global, diante de possível bloqueio iraniano ao estreito de Ormuz, rota vital para as exportações de energia do Oriente Médio, por onde passa cerca de um quarto do petróleo transportado por mar.A indústria petrolífera iraniana responde por cerca de 3% da oferta mundial, com produção em torno de 3,3 milhões de barris por dia. No auge, nos anos 1970, o Irã chegou a fornecer mais de 10% do petróleo global, posição que perdeu após a Revolução de 1979 e a expulsão de empresas estrangeiras.
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'Guerra iminente e desnecessária': especialista aponta reais beneficiários de ataque dos EUA ao Irã
Apesar da relutância dos contribuintes norte-americanos em financiar uma nova "guerra desnecessária", um conflito bélico entre os EUA e o Irã parece pouco evitável, declarou à Sputnik o cientista político catariano Alí Al Hayl.
"A guerra que se aproxima não beneficia os interesses dos EUA, mas é uma guerra iniciada por Benjamin Netanyahu, Israel e sua ‘ala fascista da direita" esclareceu.
O especialista afirmou que o primeiro-ministro israelense está descontente com as negociações entre EUA e Irã realizadas em Omã e na Suíça e vem, desde dezembro de 2025, pressionando Donald Trump para lançar um ataque contra o Irã.
No entanto, o analista sugeriu que "o aumento sem precedentes do poderio militar [estadunidense] na região" poderia significar não apenas uma pressão sobre Teerã, mas também servir para desviar a atenção dos norte-americanos dos
efeitos do caso Epstein, o
escândalo que está abalando os EUA.
Os EUA
mobilizaram amplo poder militar na região, enquanto Trump vem há semanas ameaçando
ataque limitado ao Irã para pressionar por acordo que restrinja o programa nuclear iraniano.
Um possível ataque gerou temores de interrupções no abastecimento global, diante de possível bloqueio iraniano ao
estreito de Ormuz, rota vital para as exportações de energia do Oriente Médio, por onde passa cerca de
um quarto do petróleo transportado por mar.A indústria petrolífera iraniana responde por cerca de
3% da oferta mundial, com produção em torno de 3,3 milhões de barris por dia. No auge, nos anos 1970, o Irã chegou a fornecer mais de 10% do
petróleo global, posição que perdeu após a Revolução de 1979 e a expulsão de empresas estrangeiras.
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