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Marinha dos EUA enfrenta degradação mecânica em meio à competição com China e Rússia, diz mídia
Marinha dos EUA enfrenta degradação mecânica em meio à competição com China e Rússia, diz mídia
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A Marinha dos Estados Unidos está preocupada com o fato de seus porta-aviões não estarem totalmente prontos para o combate, escreve a revista 19FortyFive. 01.03.2026, Sputnik Brasil
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A revista destaca que há preocupações de que a longa mobilização do USS Gerald R. Ford possa prejudicar a tripulação, as aeronaves e os sistemas a bordo.Segundo o material, tudo isso está acontecendo em meio à competição nessa esfera com a Rússia, China, Coreia do Norte e Irã.Nesse contexto, é apontado que o USS John C. Stennis está parado no porto há cinco anos, passando por uma revisão complexa e reabastecimento, que está atrasada em mais de 14 meses.A manutenção prolongada reflete os quase seis anos de provação do porta-aviões USS George Washington, que enfrentou graves problemas de moral e vários suicídios.Apesar das lições aprendidas e das melhorias na qualidade de vida, a revisão do USS John C. Stennis continua atrasada devido à escassez na cadeia de abastecimento e a um gerador de turbina a vapor danificado, que precisa ser reconstruído ou substituído.O atraso agrava os problemas da Marinha dos EUA, que já enfrenta mão de obra limitada nos estaleiros e custos crescentes.Portanto, a matéria destaca que, com a frota de porta-aviões sobrecarregada, cada mês adicional fora de serviço enfraquece a prontidão naval dos Estados Unidos. Dessa forma, o artigo conclui que, se o USS John C. Stennis não retornar até o verão, a lacuna de porta-aviões aumentará, sobrecarregando ainda mais o USS Gerald R. Ford.Anteriormente, o analista militar Kris Osborn, em artigo publicado na revista 19FortyFive, escreveu que o complexo militar-industrial dos Estados Unidos não consegue fornecer às Forças Armadas equipamentos modernos devido a programas de desenvolvimento excessivamente longos.Na avaliação do especialista, o desejo do Exército norte-americano de criar equipamentos cada vez mais avançados tem levado a atrasos catastróficos e falhas na implementação de programas prolongados demais.
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Marinha dos EUA enfrenta degradação mecânica em meio à competição com China e Rússia, diz mídia
05:44 01.03.2026 (atualizado: 05:46 01.03.2026) A Marinha dos Estados Unidos está preocupada com o fato de seus porta-aviões não estarem totalmente prontos para o combate, escreve a revista 19FortyFive.
A revista
destaca que há preocupações de que a longa mobilização do USS Gerald R. Ford possa prejudicar a tripulação, as aeronaves e os sistemas a bordo.
"No entanto, essa não é a pior notícia. O porta-aviões USS John C. Stennis, da classe Nimitz, ficará fora de ação até outubro", ressalta a publicação.
Segundo o material, tudo isso está acontecendo em meio à competição nessa esfera com a Rússia, China,
Coreia do Norte e Irã.
Nesse contexto, é apontado que o USS John C. Stennis está parado no porto há cinco anos, passando por uma revisão complexa e reabastecimento, que está atrasada em mais de 14 meses.

5 de setembro 2025, 09:43
A manutenção prolongada reflete os quase seis anos de provação do porta-aviões USS George Washington, que enfrentou graves problemas de moral e vários suicídios.
Apesar das lições aprendidas e das melhorias na qualidade de vida, a revisão do USS John C. Stennis continua atrasada devido à escassez na cadeia de abastecimento e a um gerador de turbina a vapor danificado, que precisa ser reconstruído ou substituído.
O atraso agrava os problemas da
Marinha dos EUA, que já enfrenta mão de obra limitada nos estaleiros e custos crescentes.
Portanto, a matéria destaca que, com a frota de porta-aviões sobrecarregada, cada mês adicional fora de serviço enfraquece a prontidão naval dos Estados Unidos. Dessa forma, o artigo conclui que, se o USS John C. Stennis não retornar até o verão, a lacuna de porta-aviões aumentará, sobrecarregando ainda mais o USS Gerald R. Ford.
Anteriormente, o analista militar Kris Osborn, em artigo publicado na revista 19FortyFive,
escreveu que o complexo militar-industrial dos Estados Unidos não consegue fornecer às Forças Armadas equipamentos modernos devido a programas de desenvolvimento excessivamente longos.
Na avaliação do especialista, o desejo do Exército norte-americano de criar equipamentos cada vez mais avançados tem levado a atrasos catastróficos e falhas na implementação de programas prolongados demais.
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