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Mídia explica como bloqueio do estreito de Ormuz prejudicará agricultura do Brasil
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O fechamento parcial do estreito de Ormuz pode afetar significativamente o mercado global de fertilizantes, afetando o setor da agricultura brasileiro, escreve... 01.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-01T10:36-0300
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A agência destaca que, se a instabilidade persistir, os impactos no transporte de fertilizantes nitrogenados, essenciais para a agricultura, poderão se tornar mais relevantes.Segundo o artigo, possíveis restrições à navegação podem impactar a logística das exportações e a definição dos preços.Além disso, é apontado que o Oriente Médio é responsável por mais de 40% das exportações mundiais de ureia. Em 2024, o Irã produziu cerca de nove milhões de toneladas, das quais aproximadamente metade foi destinada a países como Turquia, Brasil e África do Sul.Nesse contexto, é enfatizado que a produção de ureia depende do gás natural, essencial para a fabricação de amônia, que é a base do fertilizante.Dessa maneira, oscilações nos preços do petróleo e do gás impactam diretamente o custo do produto. Portanto, o artigo conclui que, se as restrições no estreito de Ormuz se mantiverem por mais tempo, impactos mais expressivos nos preços e no abastecimento poderão surgir e afetar o setor agrícola do Brasil.Cabe destacar que as recentes fotos do tráfego marítimo na área do estreito de Ormuz mostram que a maioria das embarcações, exceto as chinesas e iranianas, parou, sem se arriscar a atravessar o estreito perigoso em meio aos avisos oficiais dos EUA e rumores não oficiais de possível bloqueio por parte do Irã.Pelo estreito de Ormuz passa cerca de 20-25% do consumo de petróleo e 33% das exportações de gás mundiais. Cerca de 80% desse volume se dirige à China, Índia e outros países asiáticos.
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Mídia explica como bloqueio do estreito de Ormuz prejudicará agricultura do Brasil
10:36 01.03.2026 (atualizado: 12:27 01.03.2026) O fechamento parcial do estreito de Ormuz pode afetar significativamente o mercado global de fertilizantes, afetando o setor da agricultura brasileiro, escreve a agência de notícias CNN Brasil.
A agência
destaca que, se a instabilidade persistir, os impactos no transporte de fertilizantes nitrogenados, essenciais para a agricultura, poderão se tornar mais relevantes.
"Além de ser uma das principais rotas globais para o transporte de petróleo e gás natural, com cerca de 20% do consumo mundial passando pela via, o estreito também é estratégico para o escoamento de insumos industriais, incluindo fertilizantes nitrogenados", ressalta a matéria.
Segundo o artigo, possíveis restrições à navegação podem impactar a
logística das exportações e a definição dos preços.
Além disso, é apontado que o
Oriente Médio é responsável por mais de 40% das exportações mundiais de ureia. Em 2024, o Irã produziu cerca de nove milhões de toneladas, das quais aproximadamente
metade foi destinada a países como Turquia, Brasil e África do Sul.
"O Brasil importou cerca de 7,7 milhões de toneladas de ureia in 2025. Nigéria, Rússia e Omã figuram entre os principais fornecedores […]. Parte dos volumes registrados como originários de Omã pode incluir cargas provenientes do Irã, o que pode gerar distorções estatísticas nos dados comerciais", acrescenta a reportagem.
Nesse contexto, é enfatizado que a produção de ureia depende do gás natural, essencial para a fabricação de amônia, que é a base do fertilizante.
Dessa maneira, oscilações nos
preços do petróleo e do gás impactam diretamente o custo do produto. Portanto, o artigo conclui que, se as restrições no estreito de Ormuz se mantiverem por mais tempo, impactos mais expressivos nos preços e no abastecimento
poderão surgir e afetar o setor agrícola do Brasil.
Cabe destacar que as recentes fotos do tráfego marítimo na área do estreito de Ormuz mostram que a maioria das embarcações, exceto as chinesas e iranianas, parou, sem se arriscar a atravessar o estreito perigoso em meio aos avisos oficiais dos EUA e rumores não oficiais de possível bloqueio por parte do Irã.
Pelo estreito de Ormuz passa cerca de 20-25% do consumo de petróleo e 33% das exportações de gás mundiais. Cerca de 80% desse volume se dirige à China, Índia e outros países asiáticos.
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