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Israel declarou uma operação ofensiva contra o território do Líbano e bombardeou o país sob o pretexto de alvejar a liderança do movimento local Hezbollah.O Líbano confirmou o assassinato, por Israel, do deputado libanês Mohammad Raad, líder do grupo parlamentar do Hezbollah (que ocupa 15 dos 128 assentos e faz parte da coligação governista).O movimento Hezbollah declarou oficialmente que entrou no conflito ao lado do Irã e lançou vários drones e mísseis contra Israel.Forças iranianas relataram uma nova onda de ataques com mísseis e drones contra bases dos EUA no Bahrein, Kuwait e Emirados Árabes Unidos (EAU). A outra onda, a 10ª, foi lançada contra o bairro governamental de Tel Aviv e instalações militares em Haifa, Israel.Um caça F-15 dos EUA foi abatido no Kuwait, o piloto sobreviveu. Tanto o Irã quanto os EUA reivindicaram a autoria da destruição da aeronave. Logo em seguida, os EUA aumentaram o número de perdas para "várias aeronaves", sem baixas entre os pilotos.O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, autorizou oficialmente o uso de bases do Reino Unido para ataques dos EUA contra território iraniano.O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que os ataques destruíram centenas de alvos no Irã, incluindo nove embarcações da marinha iraniana.O Irã reporta um grande número de vítimas entre a população civil. Somente o Ministério da Educação informa ter perdido cerca de 170 alunos e professores.A chancelaria iraniana apelou ao secretário-geral da ONU e ao Conselho de Segurança da organização para que cumpram suas obrigações de manter a paz e a segurança internacionais e tomem medidas para responsabilizar os EUA e Israel pelo assassinato do líder supremo iraniano.
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05:24 02.03.2026 (atualizado: 05:46 02.03.2026) Confira as atualizações recentes do conflito no Oriente Médio:
Israel declarou
uma operação ofensiva contra o território do Líbano e bombardeou o país sob o pretexto de alvejar a liderança do movimento local Hezbollah.
O Líbano confirmou o assassinato, por Israel, do deputado libanês Mohammad Raad, líder do grupo parlamentar do Hezbollah (que ocupa 15 dos 128 assentos e faz parte da coligação governista).
O movimento Hezbollah
declarou oficialmente que entrou no conflito ao lado do Irã e lançou vários drones e mísseis contra Israel.
Forças iranianas relataram uma nova onda de ataques com mísseis e drones contra bases dos EUA
no Bahrein, Kuwait e Emirados Árabes Unidos (EAU).
A outra onda, a 10ª, foi lançada contra o bairro governamental de Tel Aviv e instalações militares em Haifa, Israel.
Um caça F-15 dos EUA foi abatido no Kuwait, o piloto sobreviveu. Tanto o Irã quanto os EUA reivindicaram a autoria da destruição da aeronave. Logo em seguida, os EUA aumentaram o número de perdas para "várias aeronaves", sem baixas entre os pilotos.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, autorizou oficialmente o uso de bases do Reino Unido para ataques dos EUA contra território iraniano.
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que os ataques destruíram centenas de alvos no Irã, incluindo nove embarcações da marinha iraniana.
O Irã reporta um grande número de vítimas entre a população civil. Somente o Ministério da Educação informa ter perdido cerca de 170 alunos e professores.
A chancelaria iraniana apelou ao secretário-geral da ONU e ao Conselho de Segurança da organização para que cumpram suas obrigações de manter a paz e a segurança internacionais e tomem medidas para responsabilizar os EUA e Israel pelo assassinato do líder supremo iraniano.
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