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Especialista iraniano relata destruição em Teerã e acusa Israel de atacar civis
Especialista iraniano relata destruição em Teerã e acusa Israel de atacar civis
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Explosões intensas continuam a atingir Teerã, com destruição em hospitais, prédios públicos e residências, segundo Hessam Heidarzadeh, do Mehr Media Group... 03.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-03T11:22-0300
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Segundo ele, "o som dos mísseis atingindo Teerã é muito forte" e qualquer bairro pode ser alvo. O especialista citou ataques a um hospital, ao prédio da polícia diplomática, ao Palácio Golestan, a uma escola e a residências.Apesar da intensidade dos bombardeios, Heidarzadeh afirmou que a Internet permanece estável. No entanto, o governo restringiu o acesso internacional por razões de segurança, mantendo apenas a rede nacional ativa. A medida, segundo ele, visa impedir que "possíveis agentes inimigos dentro do país entrem em contato com pessoas fora do país".Qual é a situação no Irã?O especialista relatou ainda que não há cortes generalizados de energia ou água. Alguns bairros de Teerã enfrentaram interrupções pontuais, rapidamente resolvidas. Empresas de eletricidade, água e gás estavam preparadas para a situação e orientaram os cidadãos a reportar qualquer falha para atendimento imediato.O transporte também segue ativo. Estradas permanecem abertas, o trânsito flui e o transporte público está disponível. Segundo Heidarzadeh, a continuidade dos serviços repete o padrão observado "durante a Guerra dos Doze Dias".Como está o povo iraniano?Sobre o clima social, o especialista afirmou que a reação da população foi oposta ao que Israel e Estados Unidos esperavam.Heidarzadeh negou qualquer registro de saques ou tumultos. A única situação atípica foram longas filas em postos de gasolina, motivadas pela recomendação do governo para que moradores deixassem Teerã temporariamente por segurança. "Também não há falta de combustível", afirmou.
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Especialista iraniano relata destruição em Teerã e acusa Israel de atacar civis
11:22 03.03.2026 (atualizado: 11:49 03.03.2026) Explosões intensas continuam a atingir Teerã, com destruição em hospitais, prédios públicos e residências, segundo Hessam Heidarzadeh, do Mehr Media Group. Falando à Sputnik, ele acusa Israel de atacar civis e afirma que, apesar das restrições à Internet e das filas em postos de gasolina, serviços essenciais seguem funcionando no país.
Segundo ele, "o som dos mísseis atingindo Teerã é muito forte" e qualquer bairro pode ser alvo. O especialista citou ataques a um hospital, ao prédio da polícia diplomática, ao Palácio Golestan, a uma escola e a residências.
"Não é verdade que os israelenses estejam atacando apenas alvos militares. Eles estão claramente atacando civis também", disse.
Apesar da
intensidade dos bombardeios, Heidarzadeh afirmou que a
Internet permanece estável. No entanto, o governo restringiu o acesso internacional por razões de segurança, mantendo apenas a rede nacional ativa. A medida, segundo ele, visa impedir que "possíveis agentes inimigos dentro do país entrem em contato com pessoas fora do país".
Qual é a situação no Irã?
O especialista relatou ainda que não há cortes generalizados de energia ou água. Alguns bairros de Teerã enfrentaram interrupções pontuais, rapidamente resolvidas. Empresas de eletricidade, água e gás estavam preparadas para a situação e orientaram os cidadãos a reportar qualquer falha para atendimento imediato.
De acordo com Heidarzadeh, os serviços públicos seguem funcionando. Hospitais e centros de emergência operam normalmente, e mercados continuam abertos. As escolas, porém, migraram para o ensino on-line até o fim do ano letivo. Ainda segundo ele, não há escassez de alimentos ou produtos básicos, destacando que o governo "tem muita experiência em lidar com situações de crise".
O transporte também segue ativo. Estradas permanecem abertas, o
trânsito flui e o transporte público está disponível. Segundo Heidarzadeh, a
continuidade dos serviços repete o padrão observado "durante a Guerra dos Doze Dias".
Como está o povo iraniano?
Sobre o clima social, o especialista afirmou que a
reação da população foi
oposta ao que Israel e Estados Unidos esperavam.
"Eles pensavam que muitas pessoas iriam às ruas para protestar ou tentar mudar o sistema. Mas, após o martírio do líder supremo e também dos comandantes militares, as pessoas vão às ruas todas as noites para lamentar e entoar slogans em apoio à República Islâmica", disse. Segundo ele, as manifestações são numerosas e ocorrem em várias cidades, marcadas por forte carga emocional.
Heidarzadeh negou qualquer registro de saques ou tumultos. A
única situação atípica foram longas filas em postos de gasolina, motivadas pela recomendação do governo para que moradores deixassem Teerã temporariamente por segurança. "Também
não há falta de combustível", afirmou.
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