O Uruguai deu o passo, e o Mercosul foi a Pequim. A ideia de um acordo de livre comércio com a China voltou à mesa com força total. 03.03.2026, Sputnik Brasil
Com as medidas tarifárias impostas pelos EUA e possíveis mudanças no comércio global, o Brasil considera rever a posição de cautela e pode sentar para negociar. Por que essa mudança? Como seria esse acordo na prática? Fazer um trato como esse sem fortalecer a indústria brasileira pode ser um risco estratégico? Para debater o tema, convidamos Evandro de Menezes, professor de direito internacional da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Cátedra de Wutong da Universidade de Língua e Cultura de Pequim; e Marcos Cordeiro, professor de relações internacionais da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
O Uruguai deu o passo, e o Mercosul foi a Pequim. A ideia de um acordo de livre comércio com a China voltou à mesa com força total.
Com as medidas tarifárias impostas pelos EUA e possíveis mudanças no comércio global, o Brasil considera rever a posição de cautela e pode sentar para negociar. Por que essa mudança? Como seria esse acordo na prática? Fazer um trato como esse sem fortalecer a indústria brasileira pode ser um risco estratégico? Para debater o tema, convidamos Evandro de Menezes, professor de direito internacional da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Cátedra de Wutong da Universidade de Língua e Cultura de Pequim; e Marcos Cordeiro, professor de relações internacionais da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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