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EUA e Israel querem provocar divisões entre os países do Oriente Médio, acredita Lavrov (VÍDEOS)
EUA e Israel querem provocar divisões entre os países do Oriente Médio, acredita Lavrov (VÍDEOS)
Sputnik Brasil
Há divergências dentro dos próprios EUA sobre os verdadeiros objetivos da operação contra o Irã, afirmou nesta quinta-feira (5) o chanceler russo, Sergei... 05.03.2026, Sputnik Brasil
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Segundo ele, uma das metas das ações dos EUA e de Israel é provocar divisões entre os países do Oriente Médio, enquanto o Ocidente tenta bloquear iniciativas positivas na região, seguindo o princípio de "instigar para governar". Lavrov acrescentou que a Rússia, junto com seus parceiros, fará tudo para criar condições que tornem impossível uma operação contra o Irã. Moscou também expressou condolências por qualquer vítima civil no atual conflito no Oriente Médio.A Rússia e outros países pacíficos farão tudo o que estiver ao seu alcance para promover a criação de um ambiente em que uma operação dos EUA e de Israel contra o Irã seja impossível, destacou o chanceler russo.Conflito ucraniano e negociações de pazA atmosfera nas negociações em Anchorage foi positiva, mas o "espírito de Anchorage" está se dissipando, declarou o chanceler russo, Sergei Lavrov, em mesa-redonda com embaixadores nesta quinta-feira (5). Confira as principais declarações do chanceler russo: 🟠 O verdadeiro avanço foram os entendimentos concretos alcançados, que implicam compromissos sérios por parte da Rússia; 🟠 Rússia permanece fiel aos entendimentos alcançados no Alasca, nossa consciência está tranquila; 🟠 Ucrânia e a Europa estão se esforçando para "reescrever" os entendimentos de Anchorage.A Rússia não apenas não aprovou as garantias de segurança ocidentais para a Ucrânia mencionadas por Zelensky, como sequer as viu, declarou o chanceler russo Sergei Lavrov, em mesa-redonda com embaixadores nesta quinta-feira (5). Confira mais declarações do chanceler russo: 🟠 É difícil falar sobre as perspectivas de novas negociações sobre a Ucrânia; 🟠 A Rússia está pronta para negociações sobre a Ucrânia, mas percebe que, às vezes, elas servem de cobertura para ações hostis; 🟠 As divulgações públicas do Ocidente sobre garantias de segurança para a Ucrânia demonstram total desrespeito pelo processo de negociação; 🟠 Os Estados Unidos continuam fornecendo informações de inteligência a Kiev, vendendo armas e impondo cada vez mais sanções.Atual crise no Oriente MédioNo dia 28 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e Israel iniciaram uma operação militar em larga escala contra o Irã. Em Tel Aviv foi declarado que o objetivo dos ataques era impedir que Teerã obtivesse armas nucleares. Por sua vez, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou sua intenção de destruir a frota e a indústria de defesa iranianas, além de exortar os cidadãos do país a derrubar o regime.No dia 1º de março de 2026, a televisão iraniana anunciou a morte do líder supremo Ali Khamenei. A filha, o genro, a neta e a nora do aiatolá também foram vítimas dos ataques dos Estados Unidos e de Israel.De acordo com relatos da imprensa, os mísseis atingiram não apenas instalações militares, mas também infraestruturas civis na República Islâmica do Irã e em outros países da região. Teerã respondeu atacando o território israelense, bem como bases norte-americanas no Oriente Médio.A Rússia afirmou que a operação de Washington e Tel Aviv não está relacionada à preservação do regime de não proliferação de armas nucleares e exigiu o retorno às negociações. O ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, enfatizou que Moscou está pronta para ajudar na resolução da crise, inclusive no Conselho de Segurança da ONU.
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Ações militares não trazem vantagens militares nem políticas ao Irã, defende Lavrov
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🪖 Princípio de 'ou conosco ou contra nós' já foi aplicado na Ucrânia e agora está sendo repetido no Oriente Médio, explica Lavrov
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'Ou vocês estão conosco, ou estão com a Rússia' — essa linha europeia permanece desde 2004, recorda Lavrov
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EUA e Israel querem provocar divisões entre os países do Oriente Médio, acredita Lavrov (VÍDEOS)
05:16 05.03.2026 (atualizado: 08:25 05.03.2026) Há divergências dentro dos próprios EUA sobre os verdadeiros objetivos da operação contra o Irã, afirmou nesta quinta-feira (5) o chanceler russo, Sergei Lavrov.
Segundo ele, uma das metas das ações dos EUA e de Israel é provocar divisões entre os países do Oriente Médio, enquanto o Ocidente tenta bloquear iniciativas positivas na região, seguindo o princípio de "instigar para governar".
Lavrov acrescentou que a Rússia, junto com seus parceiros, fará tudo para criar condições que tornem impossível uma operação contra o Irã. Moscou também expressou condolências por qualquer vítima civil no atual conflito no Oriente Médio.
A Rússia e outros países pacíficos farão tudo o que estiver ao seu alcance para promover a criação de um ambiente em que uma operação dos EUA e de Israel contra o Irã seja impossível, destacou o chanceler russo.
Conflito ucraniano e negociações de paz
A atmosfera nas
negociações em Anchorage foi positiva,
mas o "espírito de Anchorage" está se dissipando, declarou o chanceler russo, Sergei Lavrov, em mesa-redonda com embaixadores nesta quinta-feira (5).
Confira as principais declarações do chanceler russo:
🟠 O verdadeiro avanço foram os entendimentos concretos alcançados, que implicam compromissos sérios por parte da Rússia;
🟠 Rússia permanece fiel aos entendimentos alcançados no Alasca, nossa consciência está tranquila;
🟠 Ucrânia e a Europa estão se esforçando para "reescrever" os entendimentos de Anchorage.
A Rússia não apenas não aprovou as garantias de segurança ocidentais para a Ucrânia mencionadas por Zelensky, como sequer as viu, declarou o chanceler russo Sergei Lavrov, em mesa-redonda com embaixadores nesta quinta-feira (5).
Confira mais declarações do chanceler russo:
🟠 É difícil falar sobre as perspectivas de novas negociações sobre a Ucrânia;
🟠 A Rússia está pronta para negociações sobre a Ucrânia, mas percebe que, às vezes, elas servem de cobertura para ações hostis;
🟠 As divulgações públicas do Ocidente sobre garantias de segurança para a Ucrânia demonstram total desrespeito pelo processo de negociação;
🟠 Os Estados Unidos continuam fornecendo informações de inteligência a Kiev, vendendo armas e impondo cada vez mais sanções.
Atual crise no Oriente Médio
No dia 28 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e Israel
iniciaram uma operação militar em larga escala contra o Irã.
Em Tel Aviv foi declarado que o objetivo dos ataques era impedir que Teerã obtivesse armas nucleares. Por sua vez, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou sua intenção de destruir a frota e a indústria de defesa iranianas, além de exortar os cidadãos do país a derrubar o regime.
No dia 1º de março de 2026, a televisão iraniana anunciou a morte do líder supremo
Ali Khamenei. A filha, o genro, a neta e a nora do aiatolá também foram vítimas dos ataques dos Estados Unidos e de Israel.
De acordo com relatos da imprensa, os mísseis atingiram não apenas instalações militares, mas também infraestruturas civis na República Islâmica do Irã e em outros países da região. Teerã respondeu atacando o território israelense, bem como bases norte-americanas no Oriente Médio.
A Rússia afirmou que a operação de Washington e Tel Aviv não está relacionada à preservação do regime de não proliferação de armas nucleares e exigiu o retorno às negociações. O ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, enfatizou que Moscou está pronta para ajudar na resolução da crise, inclusive no Conselho de Segurança da ONU.
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